quinta-feira, 29 de julho de 2010

STALLONE ESTÁ CERTO


Por Olavo de Carvalho

A mídia inteira está brabíssima com Sylvester Stallone porque ele disse que no Brasil você pode explodir o país e as pessoas ainda lhe agradecem, dando-lhe de quebra um macaco de presente. Alguns enfezados chegaram até a resmungar que com isso o ator estava nos chamando de macacos – evidenciando claramente que não sentem a diferença entre dar um macaco e ser um macaco.


Da minha parte, garanto que Stallone só pecou por eufemismo. Macaco? Por que só macaco? Exploda o país e os brasileiros lhe dão macaco, tatu, capivara, onça pintada, arara, cacatua, colibri, a fauna nacional inteira, mais um vale-transporte, uma quota no Fome Zero, assistência médica de graça, um ingresso para o próximo show do Caetano Veloso e um pacote de ações da Bolsa de Valores. Exploda o país como o fazem as Farc, treinando assassinos para dizimar a população, e o governo lhe dá cidadania brasileira, emprego público para a sua mulher e imunidade contra investigações constrangedoras. Seqüestre um brasileiro rico e cinco minutos depois os outros ricos estão nas ruas clamando pela libertação – não do seqüestrado, mas do seqüestrador (passado algum tempo, o próprio seqüestrado convida você para um jantar na mansão dele). Crie uma gigantesca organização clandestina, armando com partidos legais uma rede de proteção para organizações criminosas, e a grande mídia lhe dará todas as garantias de discrição e silêncio para que o excelente negócio possa progredir em paz: sobretudo, ninguém, ninguém jamais perguntará quem paga a brincadeira. Tire do lixo o cadáver do comunismo, dando-lhe nova vida em escala continental, e os capitalistas o encherão de dinheiro e até se inscreverão no seu partido, alardeando que você mudou e agora é neoliberal. Crie a maior dívida interna de todos os tempos, e seus próprios credores serão os primeiros a dizer que você restaurou a economia nacional. Encha de dinheiro os invasores de terras, para que eles possam invadir mais terras ainda, e até os donos de terras o aplaudirão porque você “conteve a sanha dos radicais”. Mande abortar milhões de bebês, e os próprios bispos católicos taparão a boca de quem fale mal de você. Mande seu partido acusar as Forças Armadas de todos os crimes possíveis e imagináveis, e os oficiais militares, além de condecorar você, sua esposa e todos os seus cupinchas, ainda votarão em você nas eleições presidenciais. Destrua a carreira de um presidente “direitista” e uns anos depois ele estará trocando beijinhos com você e cavando votos para a sua candidata comunista no interior de Alagoas.


Um macaco? Um desprezível macaquinho? Que é isso, Stallone? Você não sabe de quanta gratidão, de quanta generosidade o brasileiro é capaz, quan
do você bate nele para valer.

Fora essa ressalva quantitativa, no entanto, a declaração do ator de “Rambo” é a coisa mais verdadeira que alguém disse sobre o Brasil nos últimos anos: este é um país de covardes, que preferem antes bajular os seus agressores do que tomar uma providência para detê-los.


O clássico estudo de Paulo Mercadante, A Consciência Conservadora no Brasil, já expunha a tendência crônica das nossas classes altas, de tudo resolver pela conciliação. Mas a conciliação, quando ultrapassa os limites da razoabilidade e da decência, chega àquele extremo de puxa-saquismo masoquista em que o sujeito se mata só para agradar a quem quer matá-lo.
Curiosamente, muitos dos que se entregam a essa conduta abjeta alegam que o fazem por esperteza, citando a regra de Maquiavel: se você não pode vencer o adversário, deve aderir ao partido dele. Esses cretinos não sabem que, em política prática, Maquiavel foi um pobre coitado, que sempre apostou no lado perdedor e terminou muito mal. A pose de malícia esconde, muitas vezes, uma ingenuidade patética.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

UMA ORAÇÃO AO DEUS TRINO

TRÊS EM UM, UM EM TRÊS, DEUS DA MINHA SALVAÇÃO,

Pai celestial, Filho bendito, Espírito eternal,
Eu te adoro como único Ser, única Essência, único Deus em três Pessoas distintas,
por trazeres pecadores ao teu conhecimento e ao teu reino.

Ó Pai, tu me amaste e enviaste Jesus para me redimir,
Ó Jesus, tu me amaste e assumiste a minha natureza, derramaste teu sangue para lavar meus pecados, consumaste justiça para cobrir a minha iniqüidade;
Ó Santo Espírito, tu me amaste e entraste em meu coração, lá plantaste a vida eterna, revelaste-me as glórias de Jesus.

Três pessoas e um só Deus, bendigo-te e louvou-te, por amor tão imerecido, tão indizível, tão maravilhoso, tão poderoso para salvar os perdidos e elevá-los à glória.

Ó Pai, rendo-te graças, pois em plenitude de graça Tu me deste a Jesus, para ser dele ovelha, jóia e porção;
Ó Jesus, rendo-te graças, pois em plenitude de graça Tu me aceitaste, me esposaste, prendeste-me a ti;
Ó Espírito Santo, rendo-te graças, pois em plenitude de graça apresentaste-me Jesus por minha salvação, implantaste a fé dentro de mim, subjugaste meu coração contumaz, fizeste-me um com Ele para sempre.

Ó Pai, tu estás entronizado para ouvir as minhas orações,
Ó Jesus, tuas mãos estão estendidas para receber as minhas petições,
Ó Espírito Santo, tu estás pronto a me socorrer em minhas fraquezas, a mostrar a minha necessidade, a me suprir de palavras, a orar dentro de mim, a me fortalecer de sorte que eu não desanime de suplicar.

Ó trino Deus que comandas o universo,
Tu me ordenaste pedir por essas coisas concernentes ao teu reino e à minha alma.
Faze-me viver e orar como alguém batizado em teu tríplice Nome


Uma oração puritana
Fonte: Monergismo

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A SABEDORIA DE DEUS BRILHA NA OBRA DA REDENÇÃO

Por Thomas Watson

Esta é a obra-prima da sabedoria divina: a elaboração de uma conjunção bem-sucedida entre o pecado do homem e a justiça de Deus. Podemos gritar como o apóstolo: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus!” (Rm 11.33).

Tal intervenção da sabedoria divina impressionou homens e anjos. Se Deus tivesse nos dado condições de encontrar a salvação quando estávamos perdidos, não teríamos inteligência suficiente para idealizar, nem coração para desejar o que a sabedoria infinita de Deus proporcionou a nós.

A misericórdia tem uma estratégia para salvar os pecadores e não permitir que a justiça de Deus seja ofendida. “Seria uma pena”, diz a misericórdia, “que tão nobre criatura como o homem fosse criado para ser desfeito, no entanto, a justiça de Deus não pode ser ofendida”. Em quê, então, se encontraria uma saída? Os anjos não poderiam satisfazer a ofensa feita à justiça de Deus, nem é apropriado que uma natureza pecasse e a outra sofresse em seu lugar. O que fazer então? O homem estará perdido para sempre?

Bem, enquanto a misericórdia estava debatendo consigo mesma o que fazer para o resgate do homem caído, a sabedoria de Deus entrou em cena e a decisão foi profetizada: torne-se Deus em homem: a segunda pessoa da Trindade seja encarnada e sofredora. E, assim, para preencher os requisitos era apropriado que fosse homem e para garantir a salvação era apropriado que fosse Deus. Então, a justiça ficaria satisfeita e o pecador salvo. Oh! Profundidade das riquezas da sabedoria de Deus, que dessa maneira fez que a justiça e a misericórdia se beijassem! Grande é este mistério, Deus “foi manifestado na carne”(1 Tm 3.16). Que sabedoria, o fato de que Cristo foi feito pecado, mas não conheceu pecado algum, de modo que Deus pudesse condenar o pecado e salvar o pecador. Quão grande foi a sabedoria que encontrou uma saída de salvação.

Thomas Watson (1620-1686), pastor inglês, não conformista.

Fonte: A FÉ CRISTÃ, Estudos baseados no Breve Catecismo de Westminster. pp. 93-94
Publicado pela Editora Cultura Cristã

O PODER DA ORAÇÃO NA VIDA DE ALEXANDER OGORODNICOV

O cristão tem suficientes razões para crer no poder da oração. Na história da Igreja Cristã há inúmeros relatos sobre a intervenção divina em resposta a oração do seu povo. Nas Escrituras Sagradas existem muitas recomendações quanto ao dever de orar com confiança, crendo piamente que sempre que chegamos junto ao trono da graça, mediados pelos méritos de nossso Senhor Jesus, o Pai nos ouve.

Escrevendo aos cristãos hebreus do século primeiro, que viviam sob intensa e cruel perseguição, o autor do livro de Hebreus, exorta ainda hoje:"Portanto, acheguemos-nos com toda confiança ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e encontremos o poder que nos socorre no momento da necessidade." Hb 9.16



O vídeo a seguir é um inspirativo testemunho de ALEXANDER OGORODNICOV, um cristão russo que, por conta da sua fé em Cristo, foi condenado pelos comunistas a prisão em campos de trabalhos forçados na Sibéria. Ali ele passou por experiências terríveis, tortura física e psicológica, fome e frio. Mas, aprouve a providência divina, santa e sábia, permitir que na adversidade Alexander experimentasse, na própria pele (literalmente) o poder da oração.



Assista e divulgue...




video

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Romênia: a experiência de Richard Wurmbrand



Como parte da educação atéia, Estados comunistas publicaram e disseminaram abertamente literatura anti-cristã. Na Romênia, o trabalho daquele que talvez seja o maior escritor romeno, Sadoveanu, "A Vida dos Santos", foi publicado novamente como "A Lenda dos Santos".


Significantemente, os comunistas não apenas tentaram bloquear ou deter a fé religiosa, mas também revertê-la. Isto foi verdade particularmente para a Romênia, mesmo antes da era Nicolai Ceasescu. Isto não implica apenas a proibição da prática religiosa e a prisão de ministros e crentes, mas o emprego de tortura para forçá-los a renunciar a fé. Nada disso foi eficiente o bastante para conter, silenciar ou punir os crentes presos; foi decidido que eles deveriam ser torturados de maneira inimaginavelmente degradante com o intuito de desfazer a fé religiosa.


Uma das melhores fontes sobre como os comunistas usaram sofrimentos extraordinários para reverter a crença é Richard Wurmbrand, um pastor que viveu um inferno na terra enquanto estava numa prisão romena. Após o ocorrido, ele detalhou algumas das crueldades testemunhadas em um relato ante ao congresso americano e em seu famoso Torturado por amor de Cristo, em 1967. A seguir há alguns trechos do emocionante livro de Wurmbrand:


Milhares de crentes de todas as denominações foram presos naquela vez. Não apenas sacerdotes foram enclausurados, mas também simples camponeses, moços e moças, que testemunharam por sua fé. Os presídios estavam lotados, e na Romênia, assim como em todos os países comunistas, estar preso significa ser torturado...
Um pastor que se chama Florescu foi torturado com tições de ferro incandescente e com facas. Ele foi agredido dolorosamente. Então ratos famintos foram conduzidos às suas celas por um largo cano. Ele não conseguia dormir porque era obrigado a se defender todo o tempo. Se ele toscanejasse por um só momento, os ratos o atacariam.
Ele foi forçado a ficar acordado por duas semanas, dia e noite... Eventualmente eles traziam seu filho de 14 anos e começavam a chicoteá-lo em frente ao seu pai, dizendo que continuariam a fazê-lo até que o pastor dissesse aquilo que eles queriam ouvir da sua boca. O pobre homem estava meio louco. Ele agüentou o tanto quanto pôde, então ele clamou ao seu filho, "Alexander, eu preciso dizer o que eles querem! Eu não posso mais agüentar seu sofrimento!" O filho então respondeu "Pai, não me faça a injustiça de ter um traidor como genitor. Resista! Se eles me matarem, eu morrerei com as palavras: 'Jesus e minha pátria'." Os comunistas, enfurecidos, investiram contra a criança e espancaram-na até a morte, com sangue espalhado pelas paredes da cela. Nosso querido irmão Florescu nunca mais foi o mesmo após ter visto isto.


Wurmbrand se lembrava de história após história sobre as torturas que ele testemunhou. Ele não apenas viu a tortura dos seus companheiros crentes, mas ele mesmo também as experimentou. Seus captores o entalharam em doze partes do seu corpo. Queimaram 18 buracos nele. Entre as muitas formas de torturas que ele sofreu, estava "O Refrigerador" - uma grande caixa de gelo. O crente seria preso com pouca ou nenhuma roupa. Os médicos da prisão sondavam por uma abertura até que vissem sinais de morte por hipotermia, então eles chamavam os guardas, que se apressavam para descongelar a vítima. Eles seriam descongelados e congelados novamente entre os minutos da morte. O processo era então repetido.


Tudo isso, obviamente, exigia esforços consideráveis dos carcerários. "O que os comunistas fizeram aos cristãos suplanta... o conhecimento humano," escreveu Wurmbrand. "Eu vi comunistas cujas faces mostravam alegria entusiástica enquanto torturavam crentes. Eles diziam enquanto torturavam os cristãos, 'nós somos o demônio!'". Ele chamou o comunismo de "a força do mal", que poderia ser combatido apenas por uma força espiritual, "O Espírito Santo." Ele acrescentou:


Os torturadores comunistas freqüentemente [me diziam]: "Não há Deus, nem além, nem punição pelo mal. Nós podemos fazer o que quisermos." Eu ouvi um torturador dizer, "Eu agradeço a Deus, em quem não creio, por viver até este momento em que pude expressar toda a maldade do meu coração."



Em seu testemunho de Maio de 1966 ao Subcomitê de Segurança Interna do Senado americano, Wurmbrand descreveu a crucificação pelas mãos dos comunistas. Cristãos eram atados a cruzes por dias e noites. Isto era mau o bastante. Mas os comunistas eram criativos, e queriam se assegurar de que os crucificados sofreriam maior humilhação do que o próprio Cristo:


As cruzes eram colocadas no chão e milhares de prisioneiros tinham que satisfazer suas necessidades básicas nos rostos e nos corpos dos crucificados. Então as cruzes eram argüidas novamente e os comunistas zombavam e escarneciam: "Olhe para o seu Cristo! Quão belo ele é! Que fragrância ele traz do céu!"... Após serem quase levados à loucura pelos torturadores, um padre foi obrigado a consagrar excremento e urina humanos e fazer a Santa Comunhão aos cristãos nesta forma. Isto aconteceu na prisão romena de Pitesti., Após isto, eu decidi então perguntar ao padre porque ele não preferiu morrer ao participar dessa zombaria. Ele respondeu, "Por favor, não me julgue! Eu sofri mais do que Cristo!" Todas as descrições bíblicas sobre o inferno e as dores do Inferno de Dante não são nada comparadas às torturas nas prisões comunistas.


Esta é apenas uma pequena parte daquilo que aconteceu em um domingo e em muitos outros domingos na prisão de Pitesti. Outras coisas simplesmente não podem ser ditas. Meu coração falharia se eu tivesse que contá-las repetidamente. Elas são muito terríveis e obscenas para serem escritas...

Se eu fosse continuar a contar todos os horrores das torturas comunistas e todos os auto-sacrifícios dos cristãos, eu nunca terminaria.

CANSEI DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizerem que precisamos decretar a nossa vitória e visualizar a nossa benção material;


Cansei de ouvir pregadores da prosperidade gritarem para Deus reivindicando suas petições;


Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizendo que “salário mínimo” não é coisa de crente;


Cansei dessa teologia que defende que o crente deve morar em mansão, ter carrões, muito dinheiro e nunca ficar doente.


Cansei dessa teologia que valoriza mais as coisas terrenas do que aquelas que são do céu;


Cansei dessa teologia da barganha com Deus, onde você contribui e Ele devolve com juros, correção monetária e muito lucro;


Cansei dessa teologia de fé na fé;


Cansei dessa teologia que ama mais o dinheiro que o próximo;


Cansei dessa teologia consumista, utilitarista e que trata Deus como o Papai Noel;


Cansei dessa teologia da ganância, cujo principal objetivo é fazer com que as pessoas atinjam a independência financeira;


Cansei dessa teologia da auto-ajuda, auto-estima e auto-aceitação;


Cansei dessa teologia que argumenta que Jesus nunca foi pobre;


Cansei dessa teologia que tem criado uma geração de decepcionados nas igrejas;


Cansei dessa teologia pregada e defendida por Edir Macedo, R.R. Soares, Robson Rodovalho, Oral Roberts, T.L. Osborn, Kenneth Hagin, Kenneth Copeland, Benny Hinn, etc, etc.


Cansei da teologia da prosperidade pois a Bíblia diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam“. (Mat.6.19,20)


Cansei, não da prosperidade – que é dádiva de Deus, mas da teologia que faz dela o principal foco da vida cristã, em detrimento da salvação e das bençãos espirituais.


Se você também já cansou de tudo isso, demonstre sua indignação.


Fonte:E Agora, Como Viveremos?

Ateu faz cerimônia de ‘desbatismo’ com secador de cabelo


O líder ateísta Edwin Kagin (foto) está percorrendo os Estados Unidos vestido de sacerdote realizando cerimônias nas quais usa um secador para, simbolicamente, enxugar os cabelos molhados com a água do batismo das pessoas que se tornaram ateias. Ao final, os descrentes obtêm um diploma de “desbatismo”.

Ao programa Nightline da ABC, o advogado Kagin afirmou estar fazendo uma “anticruzada”, numa referência às cruzadas católicas de conversão da Idade Média.

De pais presbiterianos, Kagin disse que alguns casos de educação religiosa deveriam ser denunciados à polícia como “abuso infantil”.Ele falou que resolveu percorrer os Estados Unidos após ter testemunhado um exemplo de como a crença religiosa pode prejudicar uma pessoa: seu filho se tornou cristão fundamentalista após ter recebido “uma revelação divina”.

Fonte: Paulopes Weblog

NOTA: O movimento ateísta tem crescido muito. A revista Time, uma sempre vigilante descobridora de tendências, celebrou recentemente uma onda de livros de autores ateus – dentre eles, os livros de Sam Harris, de Daniel C. Dennett e o de Richard Dawkins (considerado o papa dos ateus).

Esses livros têm três propósitos: acelerar o desaparecimento da fé bíblica; fazer proselitismo a favor do ateísmo militante; e levantar a moral dos ateus, em parte por meio da divulgação de grupos de ajuda a eles dirigidos. Judiclay S. Santos

domingo, 18 de julho de 2010

Estudo do BID relaciona novelas a divórcios no Brasil

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, “a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível” nas cidades do país. Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.

Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas. "O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.


Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas frequentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.


Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um “caso interessante de estudo”.
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002. “A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.

FONTE: Criacionismo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

CRISTÃOS NOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NA CORÉIA DO NORTE



A Coréia do Norte é o país mais fechado do mundo e o primeiro no ranking de perseguição aos cristãos. Sob a tirania do governado comunista, o povo norte coreano sofre a violação de seus direitos básicos como ser humano. O povo é vítima de todo tipo de abuso por parte do execrável ditador, Kim Jong-II.

Existem aproximadamente 400 mil cristãos na Coréia do Norte. Por conta da monstruosidade do regime comunista, especializado em crimes contra a humanidade, estima-se que ¼ dos cristãos da Coréia do Norte estão presos pelo simples fato de professar a fé em Jesus Cristo. Isso significa que mais de 50 mil cristãos estão presos em campos de trabalho forçado. Um escândalo!


O documentário a seguir relata o testemunho de Soon Ok Lee, uma ex-prisioneira norte coreana, convertida à fé cristã, que viu de perto uma dura realidade ignorada por muitos: Cristãos no Campo de Concentração na Coréia do Norte.

Assista e divulgue!
video

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O CLAMOR DE UM PECADOR

Uma Oração Puritana

TU, SANTO E JUSTO SOBERANO,
Em cujas mãos estão minha vida e todos os meus caminhos,
Livra-me da instabilidade religiosa;
fixa-me firme,
pois estou irresoluto;
minhas decisões são fumaça e vapor,
e eu não glorifico a ti,
nem me comporto de acordo com a tua vontade;

Não me cortes antes que eu possa crescer à altura das respostas,
E minha alma desabrochar em plena flor,
pois tu és bom e longânimo,
paciente e amável.

Salva-me de mim mesmo,
dos artifícios e enganos do pecado,
da traição da minha natureza perversa,
de condenar tua repreensão às minhas ofensas,
de uma vida de rebelião contínua contra ti,
de princípios, visões, e objetivos errados;
porque sei que todos os meus pensamentos, afeições,
desejos e propósitos estão alienados de ti.

Tenho agido como se odiasse a ti, apesar de seres o próprio amor;
tenho te tentado ao extremo,
abusado da tua paciência;
tenho vivido impiamente por palavra e ação.

Fosse eu príncipe,
há muito tempo teria esmagado um tal rebelde;

Fosse eu pai,
há tempos teria rejeitado um tal filho.

Ó, tu, pai do meu espírito, tu, rei da minha vida,
livra-me da destruição,
conduz-me à tua presença,
mas fere meu coração para que ele possa ser curado;
despedaçá-o para que tu mesmo possas fazê-lo inteiro.

terça-feira, 13 de julho de 2010

AS CRUZADAS, A JIHAD E CERTOS PROFESSORES

Por Percival Puggina


No email que me endereçou, a jovem estudante mostrava-se indignada com a Igreja por causa das Cruzadas. Fiquei pensando se respondia ou não. Afinal, de que adianta gastar meu latim com esse tipo de bobagem? Que poder teriam algumas palavras minhas contra a ação de um professor mal intencionado, o ano inteiro, dentro da sala de aula? Decidi por uma estratégia mais longa e retornei uma pergunta bem curta: "Teu professor, ao falar sobre as Cruzadas, mencionou alguma vez a palavra Jihad ou o expansionismo islâmico?" Ela me respondeu que nunca ouvira falar disso e se mostrou surpresa por eu saber que ela fora introduzida ao tema das Cruzadas por um professor. A menina deve ter me considerado um gênio...




Tem-se aí excelente exemplo de algo que já foi objeto de outros textos meus: a malícia de tantos professores que se valem da cadeira de História para seus fins ideológicos, usando o ataque insidioso à religião como meio para agir. Afastam os jovens da Igreja e da palavra de Deus e os introduzem, com gravíssimo prejuízo, nos ritos e devoções do materialismo, do marxismo e do relativismo. Daí para o hedonismo é um passo de dedo. Desmancham com os pés da mentira e da mistificação o que os pais tenham ensinado em casa. Espinafram a Igreja por causa das Cruzadas do século 12, mas jamais mencionam os cem milhões de mortos pelo comunismo no século passado. Decorrerão algumas décadas até que esses jovens, já maduros, percebam, na experiência da vida, o engodo a que foram conduzidos pelos falsos mestres. Quem não tem relatos semelhantes?


A primeira Cruzada iniciou no ano de 1096 e a nona terminou em 1272. A palavra refere, portanto, uma série de episódios que se encerraram há 738 anos, envolvendo a retomada de Jerusalém. Veja agora, leitor, se é possível falar honestamente sobre as Cruzadas sem mencionar a Jihad. Jerusalém, no início do século XII, integrava o Império Romano do Oriente, sob o domínio de Bizâncio. Era uma cidade cristã, portanto, até ser conquistada pelos sassânidas (persas) e, em seguida, pelos seguidores de Maomé. Este personagem, que surgira na cena histórica alguns anos antes, havia estabelecido as bases religiosas do Islã e dera início à Jihad e à Guerra Santa. Em apenas oito anos, formara um Estado árabe sob seu comando. Em 622, conquistara Iatrib (Medina), passando na espada os judeus da cidade. Em 630 retomara Meca, de onde fora expulso por suas ideias monoteístas. E morrera em 632. Seis anos mais tarde, seu sucessor Omar entrava em Jerusalém. Um século mais tarde, o Islã já estendia seus domínios sobre a Pérsia, a Palestina, boa parte do Império Bizantino, o norte da África, a Península Ibérica e atacava a Europa por vários flancos. É possível mencionar as Cruzadas, com seus episódios grotescos, e nada contar sobre isso?




Mas as coisas não pararam aí. Quando o Papa Urbano II, no concílio de Clermont-Ferrand (1095) convocou a Primeira Cruzada, Jerusalém havia sido tomada pelos otomanos, que instalaram um regime de intolerância à presença dos cristãos, até então respeitada nos termos ajustados com Bizâncio durante a conquista da cidade em 636. Clermont-Ferrand fica próxima ao centro geográfico da França. Pois enquanto ali se realizava o concílio, ainda fumegavam, no centro da atual Espanha, os destroços deixados pela guerra que retomara a região de Toledo para os cristãos e para o reino de Castela. 




Os muçulmanos estavam ali havia três séculos e levariam outros 400 anos para abandonar toda a península. Mas disso, nas aulas de história, fala-se pouco, muito pouco, quase nada. E quando se menciona a Tomada de Constantinopla, em 1453, o assunto é tratado como fato isolado, perfeitamente normal, e não como um ato de suprema violência e ganância imperial, geradora de um massacre que durou três dias e três noites, que coroou investidas iniciadas 800 anos antes e que encerrou mil anos de esplendor cristão naquela que foi a mais impressionante cidade de seu tempo! E nada, absolutamente nada se diz sobre o fato de que esse expansionismo, ainda insatisfeito, prosseguiu na direção oeste, sob o mesmo impulso, até a derrota final dos otomanos, diante dos muros de Viena, na batalha de 1683. Mas insistentes, violentas, conquistadoras e descabidas foram as Cruzadas...


Agora me responda o leitor: a derrota do grão-vizir Kara Mustafa Pasha em Viena decretou o fim das guerras santas? Encerravam-se, ali, as campanhas militares empreendidas pelos muitos impérios, dinastias, governos e províncias muçulmanas, ao longo desses mil anos iniciados com a Hégira e a tomada de Iatrib? Não, claro que não! O que são Al Qaeda, Hamas, Hizbolah, Fraternidade Islâmica e o amigo de Lula, Ahmadinejad, se não jihadistas que afirmam seguir as determinações de sua fé? Não eram jihadistas os tresloucados que se arremessaram contra as Torres Gêmeas? E se alguém, leitor, lhe opuser que Jihad, no sentido religioso, é coisa diversa, que designa uma conquista pessoal interior, de natureza espiritual, saiba que isso é sublime e verdadeiro. Como também é verdadeiro, sem ser sublime, que Maomé II estava tão a serviço de sua Jihad em versão violenta quanto quem, hoje, veste um colete de bombas ou faz explodir uma estação de metrô em Londres. A imensa maioria dos muçulmanos são amantes da paz e vivem sua religiosidade de um modo sereno e harmonioso com as demais crenças e religiões em seu entorno. No entanto, é a pequena minoria violenta que mais uma vez, neste momento, se expressa de modo assustador nas páginas da história.


Escrevo todas estas linhas, bem além do habitual nestes textos semanais, para destapar a imensa fraude praticada por tantos professores de história. Para desmerecer o Cristianismo e a Igreja, eles se fixam nos episódios das Cruzadas, como algo sem causa e com as terríveis consequências que apontam. Algumas aulas mais tarde, porém, tratam da Tomada de Constantinopla como fato isolado, sem origem que mereça menção e tendo como consequência as Grandes Navegações. Convenhamos!


Nota do autor: esta é a mensagem que estou enviando à jovem estudante mencionada nas primeiras linhas deste texto.

NOTA: O Percival Puggina está certo ao denunciar a ideologia anticristã de alguns professores de história que omitem os fatos a fim de apresentar os cruzados como vilões e os mulçumanos como vítimas inocencentes dos perversos cristãos. Olavo de Carvalho já havia denunciado, com muita propriedade, a desonesta atitude de Ridley Scott, diretor do filme CRUZADA, que faz propaganda anticristã por meios de seus filmes.

O mais triste e reprovável nisso tudo é a posição de alguns cristãos em relação a esse assunto. Se algumas pessoas, por ignorância ou má fé, distorcem os fatos para legitimar sua ideologia é até compreensível, embora inaceitável. O escândalo maior e o completo absurdo é a atitude de alguns cristãos, líderes inclusive, que apoiam e propagam essa ideologia perniciosa. Há pastores (tolos) que apresentam os mulçumanos como vítimas e os cristãos comos os grandes e indesculpáveis vilões. É bom lembrar que denunciar os pecados da igreja é uma atitude correta, mas apoiar fraudes contra o cristianismo e promover injustiças contra a igreja é traição ao Senhor. Por Judiclay S. Santos

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A DAMA DE VERMELHO - Dilma Roussef e o terrorismo confesso

Dilma Roussef e sua história de terrorismo confesso, junto a pessoas como Franklin Martins e José Dirceu, todos treinados em Cuba. Um importante documentário que bem evidencia a verdadeira essência do petismo, e o que estas pessoas podem fazer para atingir seus objetivos de natureza totalitária, já que se dizem orgulhosos por terem realizados seqüestros, assassinatos, assaltos e outros crimes.
O Brasil deve continuar sendo governado pelos comunistas do PT? Será que essa gente, cujos mentores são os maiores facínoras do século 20, são dignas de confiança?
Assista o vídeo! Faça uma análise! Tome a sua decisão!
video

quarta-feira, 7 de julho de 2010

LUZ NA MENTE E FOGO NO CORAÇÃO!


Por Judiclay Silva Santos


No cenário evangélico brasileiro co-existem dois modelos de espiritualidade cristã que se distanciam da proposta do evangelho porque separam a Palavra e o Espírito.


As igrejas históricas, de tradição e vínculo com o protestantismo, postulam um modelo de espiritualidade, essencialmente cognitivo e doutrinário. A ênfase está no conhecimento teológico, o que é importante e tem muito valor. No entanto, um demasiado interesse na doutrina pode transformar a teologia em uma coisa estéril. A sã doutrina tornar-se ortodoxia morta e mero dogmatismo, quando Deus é considerado um conceito a ser estudado, uma idéia a ser divulgada e uma tese a ser defendida. Trata-se de um tipo de conhecimento que não tem vida, pois embora alcance a mente, não transforma o coração.


Deus é um ser infinito e pessoal, que apesar de toda sua glória, imensurável e indescritível, se revela a nós através da sua Palavra e da ação do seu Espírito. Graças à cruz de Cristo, obra perfeita, suficiente e definitiva, o acesso ao trono da graça de Deus está livre a todos. A boa teologia é aquela que nos capacita a falar com Deus e não apenas a falar sobre Deus.


No extremo oposto, está o movimento pentecostal ou carismático que, para alguns, entre outras razões, nasceu como uma reação ao escolaticismo protestante, assim chamado por conta do racionalismo de seus proponentes. O intelectualismo gerou igrejas adoecidas e sem vida. No entanto, o movimento pentecostal também fica comprometido por conta da polarização. Ao perceber as implicações negativas do dogmatismo, o pentecostalismo, ainda que involuntariamente, cometeu suicídio intelectual à medida que adotou um tipo de espiritualidade perigosamente subjetiva, focada nas experiências sensitivas sem nenhuma fundamentação bíblica.


Se o problema das igrejas históricas é o racionalismo, onde Deus é apresentado como um conceito a ser estudado, no movimento carismático o risco é ceder ao emocionalismo, a supremacia das emoções sobre a razão. Assim sendo, a experiência passa ser mais importante que doutrina. Deus é transformado em uma fonte de energia e poder pelo qual eu me interesso a fim de tirar alguma vantagem. Tal atitude abriu a porta do misticismo pagão e, através dela, uma gama de práticas e experiências estranhas à fé cristã.


Penso que ambos os modelos são deficientes, pois estão distantes da autêntica espiritualidade cristã. Não basta ter doutrina correta, a ortodoxia é insuficiente para suprir a nossa sede de Deus. De igual modo as experiências não são confiáveis se não passam pelo crivo das Escrituras.


Jonathan Edwards, notável teólogo americano que viveu no século XVIII, enfatizou a importância de não separar o que Deus uniu. Ele ensinou que os cristãos, sobretudo, os líderes precisam ter luz na mente e fogo no coração. A proposta bíblica para uma espiritualidade sadia, verdadeiramente cristã, coaduna doutrina e vida, erudição e piedade, razão e emoção, saber e sabedoria, teologia e oração, ortodoxia e ortopraxia. Portanto devemos rejeitar o divórcio do conhecimento de Deus da experiência com Deus. O verdadeiro conhecimento ilumina a mente e aquece o coração.


A orientação de John Stott, respeitado pastor e mestre cristão é bem oportuna: “Nós precisamos ser uma Igreja fundamentada na Palavra e cheia do Espírito, pois Ele age por meio dela. Devemos manter juntos a Palavra de Deus e o Espírito de Deus. Isso porque, à parte do Espírito, a Palavra está morta, ao passo que, à parte da Palavra o Espírito é desconhecido.”


Luz na mente e Fogo no coração! O verdadeiro conhecimento de Deus só é possível à medida que Ele se revela. Quanto mais O conhecemos mais Ele se torna “o amado de nossa alma”. Viver em comunhão com o Deus trino, Pai, Filho e Espírito Santo é a maior bênção que uma pessoa pode desfrutar. Seu amor arrebata nossa mente e fascina o nosso coração, levando-nos a dizer: toda glória ao Deus de toda graça!

terça-feira, 6 de julho de 2010

BRUCE MILNE, UM NOTÁVEL TEÓLOGO BATISTA

Por Judiclay Silva Santos

Durante o curso de Teologia que fiz no Seminário Batista do Sul do Brasil, tive a oportunidade de ouvir alguns bons pregadores na Capela. Dentre eles, o mais notável foi teólogo batista, o escocês Bruce Milne. Destacado professor de teologia no Spurgeon's College, Milne escreveu vários livros de ampla circulação e influência. Na ocasião em que ele esteve no Brasil tivemos a oportunidade de atestar que se trata de um homem que coaduna muito bem erudição e piedade. A mensagem que ele pregou naquela manhã de quarta-feira alcançou nossa mente e o nosso coração.


O Dr. Bruce Milne tem um de seus livros publicados pela ABU, o qual tem sido usado como livro texto em diversos seminários. O livro tem como título: Conheça a Verdade Estudando as Doutrinas da Bíblia. O texto a seguir é uma porção dessa instrutiva obra teológica que poderá ser útil na edificação da sua fé em Cristo.




AS CARACTERÍSTICAS DA IGREJA VERDADEIRA.
Onde pode ser encontrada hoje a igreja verdadeira e quais os seus aspectos essenciais? Em primeiro lugar devemos distinguir os vários significados da palavra igreja:


1. Todo o povo de Deus em todos os séculos, o conjunto total dos eleitos. Os Reformadores falaram disto como sendo a igreja invisível.


2. A comunidade local dos cristãos, reunidos visivelmente para adoração e ministério; este significado abrange a vasta maioria das referências à igreja (ekklesia) do Novo Testamento.


3. Todo o povo de Deus no mundo, em determinada época, talvez melhor definida como a igreja universal. Esse sentido ocorre apenas ocasionalmente no Novo Testamento (1 Co 10.32; Gl 1.13).


4. “A igreja dentro da igreja”. Notamos antes a distinção feita entre a edah (toda a congregação visível) e os gahal (aqueles dentro dela que respondem ao chamado de Deus). Jesus ensinou que o reino corresponde a este padrão: o joio está misturado com o trigo (Mt 13.24-30; 36-43). Dentro do grupo identificado com Cristo acha-se o povo de Deus, a verdadeira igreja. Não existe, então, uma igreja pura; em meio a cada igreja pode haver pessoas que não professaram a sua fé e outras cuja profissão será desmascarada no último dia (Mt 7.21-23).


Admitindo-se assim que uma igreja pura ou perfeita não é possível deste lado da glória, onde podemos descobrir o verdadeiro povo de Deus visivelmente reunido? Tradicionalmente, são reconhecidos quatro sinais da igreja autêntica.

UNAA unidade da igreja procede de seu fundamento do único Deus (Ef 4.1-6). Todos os que pertencem verdadeiramente à igreja são um só povo e, portanto, a igreja verdadeira será distinguida por sua unidade.
Esta unidade, porém, não implica necessariamente uniformidade total.


Na igreja do Novo Testamento havia uma variedade de ministérios (1 Co 12.4-6) e de opiniões sobre assuntos de importância secundária (Rm 14:1-15:13). Embora houvesse uniformidade nas convicções teológicas básicas (1 Co 15.11, BLH; Jd 3), a fé comum recebia ênfases diversas, segundo as diferentes necessidades percebidas pelos apóstolos (Rm 3.20; cf. Tg 2.24; Fp 2.5-7; cf. Cl 2.9s).


Havia também uma variedade de formas de adoração. O tipo de culto em Corinto (1 Co 14.26ss) não era comum nas igrejas palestinas, onde a adoração se baseava no modelo da sinagoga judaica e tinha um padrão mais formal, centrado na exposição da palavra escrita. Este modelo tirado da sinagoga justifica o fato de as igrejas do primeiro século serem consideradas um ramo do judaísmo. Tiago 2.2 usa até mesmo a palavra sinagoga para a reunião dos cristãos. Existem também elementos discerníveis de mais de uma forma de governo da igreja.


A verdadeira unidade no Espírito Santo de todo o povo regenerado é um fato independente da desunião denominacional exterior. O chamado para a unidade no Novo Testamento é, portanto, uma ordem para manter a unicidade fundamental da vida que o Espírito concedeu através da regeneração (Ef 4.3). Os Reformadores salientaram este ponto, distinguindo entre a igreja invisível (todos os eleitos que são verdadeiramente um em Cristo) e a igreja visível (um grupo misto de regenerados e não-regenerados). A unidade da igreja invisível é um fato consumado, concedido com a salvação.


Roma tem usado este sinal de maneira polêmica, a fim de proclamar sua unidade, comparando-a à fragmentação do protestantismo, como uma evidência de ser a verdadeira igreja. Isto, no entanto, ignora três pontos: (i) A própria Roma separou-se da igreja ortodoxa em 1054, e jamais tinha sido considerada universalmente como a única igreja verdadeira em séculos anteriores; por exemplo, a igreja celta floresceu na Inglaterra, e Patrício fundou a igreja inglesa muito antes de os missionários romanos terem chegado à Inglaterra. (ii) Os sinais devem manter-se juntos. A sucessão histórica e a unidade exterior não têm validade quando não associadas à lealdade e ao evangelho apostólico. (iii) Embora o protestantismo tenha-se mostrado às vezes necessariamente desagregador, pode ser argumentado que, através de seu desvio da doutrina bíblica, é a própria Roma que tem sido a maior causa de cismas no correr dos séculos.


As Escrituras encorajam a mais plena expressão de unidade possível entre o povo de Deus, mas elas também tornam claro que a divisão acha-se perfeitamente de acordo com a vontade divina quando a essência do Cristianismo Apostólico estiver em risco. Esta foi a razão da discórdia entre Paulo e os judaizantes (Gl 1.6-12), e entre Jesus e os fariseus (Mc 7.1-13). É significativo notar que quando Judas pretendeu escrever sobre a salvação que temos em comum, ele achou necessário insistir com os leitores para “batalhar diligentemente pela fé que uma vez foi entregue aos santos” (Judas 3). Para o Novo Testamento, a unidade está baseada em um compromisso consciente com as verdades reveladas do Cristianismo Apostólico.


O Novo Testamento dirigiu seus ensinos sobre a unidade a grupos específicos, com implicações imediatas para seus relacionamentos visíveis (Ef 2.15; 4.4; Cl 3.15). Jesus orou pela unidade, que ajudaria o mundo a crer (João 17.21); embora o paralelo entre esta unidade e a dEle com o Pai (17.11,22) confirme o caráter essencialmente espiritual da unidade bíblica, esta certamente inclui identificação visível de vida e propósito, pois Jesus em toda a sua missão expressou uma união visível e demonstrável com o Pai. Em outras palavras, é preciso buscar uma unidade visível mais plena do que aquela que está sendo experimentada pelos que são fiéis ao evangelho apostólico.


Este fato tem especial importância quando dois ou mais grupos que têm uma fé bíblica estiverem operando na mesma área, como, por exemplo, em um campus universitário. O desafio mais profundo deste ensinamento, porém, situa-se ao nível dos relacionamentos na igreja local. Nesse ambiente, a unidade da vida em Cristo deve expressar-se através do cuidado e compromisso genuínos e tangíveis de uns para com os outros. Na ausência disto, a reivindicação de ser uma verdadeira igreja cristã é posta em dúvida (1 Co 3.3s).

SANTAO povo de Deus forma a nação santa (1 Pe 2.9). No sentido mais profundo a igreja é santa, da mesma forma que todo indivíduo cristão é santo em virtude de estar unido a Cristo, separado para ele e revestido com sua justiça perfeita. Na sua posição diante de Deus em Cristo, a igreja é irrepreensível e isenta de qualquer mancha moral. A distinção entre a igreja visível e a invisível aplica-se aqui, desde que esta santidade imputada não pertence aos membros da igreja não confiam pessoalmente em Cristo como Salvador.


A união com Cristo envolve também uma santidade de vida que seja visível. Desse modo, a relação da igreja com Cristo, o seu cabeça, será expressa no caráter moral e nas características especiais de sua vida e de seus relacionamentos comunitários. A igreja alheia à santidade é alheia a Cristo. Quando Cristo dirigiu-se à sua igreja, ele esperava dela essa mesma diferença moral e foi severo em seu julgamento quando observou que ela lhes faltava (Ap 2.-3).


A fim de não desanimarmos ao aplicar este teste, vale a pena lembrar que grande parte da vida da igreja do Novo Testamento foi eivada de erros, divisões, falhas morais e instabilidade. Não obstante, a presença de um sinal visível de santidade é uma característica invariável da igreja de Deus.

CATÓLICAO termo católico significa literalmente abrangendo ao todo. E em seu uso primitivo, significava ser a igreja universal, distinguindo-a da local; mais tarde, veio significar a igreja que professava a fé ortodoxa, em contraste com os hereges. Com o passar do tempo, Roma adotou o termo para referir-se a si mesma como instituição eclesiástica, centrada no papado, historicamente desenvolvida e geograficamente difundida.


Os reformadores do século dezesseis procuraram restaurar o significado anterior da catolicidade, em termos do reconhecimento da fé ortodoxa; nesse sentido, argumentavam eles, a igreja católica era de fato eles e não Roma.


O principal aspecto da catolicidade da igreja primitiva estava na sua abertura para todos. Distinta do judaísmo, com seu exclusivismo racial, e do gnosticismo, com seu exclusivismo cultural e intelectual, a igreja abriu seus braços a todos que quisessem ouvir a mensagem e aceitar seu salvador, sem levar em conta cor, raça, posição social, capacidade intelectual e antecedentes morais. Ela surgiu no mundo como uma fé para todos (Mt 28.19; Ap 7.9). A única exigência para admissão era a fé pessoal em Jesus Cristo como Salvador e Senhor, com o batismo como o rito autorizado de entrada, porque manifestava o evangelho da graça (Mt 28.19; At 2.38,41).


É neste nível fundamental que esta característica (a de ser católica) deve ser entendida. As igrejas que exigem outros testes devem ser consideradas como suspeitas. Não existe lugar numa verdadeira igreja para a discriminação de qualquer tipo, seja racial, de cor, social, intelectual ou moral, neste último caso desde que haja evidência de verdadeiro arrependimento. A discriminação denominacional também precisa ser examinada com cuidado nos casos em que as doutrinas fundamentais bíblicas sejam claramente reconhecidas.

APOSTÓLICA
O apóstolo é uma testemunha do ministério e da ressurreição de Jesus; é um arauto autorizado do evangelho (Lc 6.12s; At 1.21s; 1 Co 15.8-10). Os arautos tomam posição entre Jesus e todas as gerações subseqüentes da fé cristã; nós só nos achegamos a ele por meio dos apóstolos e de seu testemunho sobre ele, incorporado no Novo Testamento. Neste sentido fundamental, toda a igreja é "edificada sobre o fundamento dos apóstolos" (Ef 2.20; cf. Mt 16.18; Ap 21.14). A apostolicidade da igreja encontra-se, portanto, no fato de ela conformar-se à fé apostólica "que uma vez por todas foi entregue ao santos" (Jd 3; cf. At 2.42). Os apóstolos ainda governam e organizam a igreja na medida em que esta permite que sua vida, seu entendimento e sua pregação sejam constantemente reformados pelos ensinos das Sagradas Escrituras.


Desde que o apóstolo significa literalmente enviado, não é de surpreender que o Novo Testamento refira-se ocasionalmente a outros apóstolos (Rm 16.7). Neste sentido geral, todos os que são hoje enviados pelo Senhor como evangelistas, pregadores, iniciadores de igrejas, etc. são no grego do Novo Testamento, apostoloi, enviados. Isto não subentende de forma alguma que eles tenham uma posição de autoridade especial, competindo com a do grupo original cujo governo continua através das escrituras apostólicas. Reivindicar o cargo apostólico em nossos dias é compreender erradamente o ensino bíblico e oferece na prática um desafio grave com respeito à autoridade e finalidade da revelação divina do Novo Testamento.


É igualmente errado entender a apostolicidade como uma continuidade histórica do ministério, retrocedendo até Cristo e seus apóstolos através de uma sucessão de bispos. Esta interpretação não tem nenhum apoio bíblico. Toda noção da graça de Deus comunicada mediante uma sucessão histórica de dignatários da igreja contraria o caráter da própria graça, conforme os escritos bíblicos. Além disso, como garantia da verdade da mensagem apostólica, a sucessão episcopal evidentemente falhou. Foi uma igreja perfeitamente enquadrada nesta sucessão histórica que precisou da Reforma do século dezesseis, para não mencionar outras reformas menores, como o despertamento do século dezoito com Whitefield e os Wesleys.


O catolicismo romano estende esta interpretação de "apostólico" para incluir a reivindicação de que o Bispo de Roma é o sucessor histórico de Pedro e o guardião especial da graça de Deus na igreja. A alegação é insustentável. A primazia de Pedro entre os apóstolos não passou de uma clara liderança no período da primeira missão cristã. Ele claramente recuou para um segundo plano à medida que a igreja avançou fora de Jerusalém, sendo Paulo nomeado para liderar a missão fora da Palestina e quando João lutava para corrigir as igrejas prejudicadas pelos falsos mestres. É bem significante que Pedro não apareceu no papel principal no Concílio de Jerusalém (At 15), e que ficou claramente à sombra de Paulo no incidente registrado em Gálatas 2.


Roma alega ainda que esta suposta supremacia de Pedro deveria continuar para a salvação eterna e bem contínuo da igreja. Nenhum dos versículos citados como apoio escriturístico (Mt 16.18s; Jo 21.15-17 e Lc 22.32) faz qualquer referência a um sucessor de Pedro. Essas duas reivindicações romanas contrariam a evidência manifesta no Novo Testamento, e a terceira, de que a primazia de Pedro se estende ao bispo de Roma, é ainda menos digna de crédito. O fato de Pedro ter terminado sua vida como mártir em Roma é uma tradição primitiva que encontra apoio razoável; as dificuldades históricas, porém, para mostrar que houve uma sucessão estabelecida de bispos monárquicos de Roma, a partir do primeiro século, são intransponíveis.


A sucessão apostólica é na verdade a sucessão do evangelho apostólico, quando o depósito original de verdade apostólica é passado de uma para outra geração: "homens fiéis ... para instruir a outros" (2 Tm 2.2).


A igreja é apostólica à medida que reconhece na prática a autoridade
suprema das escrituras apostólicas.

OS SINAIS DOS REFORMADORES
Embora os Reformadores não pusessem de lado esses quatro sinais tradicionais, as controvérsias em que se viram envolvidos prenderam sua atenção em outras coisas. Eles identificaram duas características da igreja verdadeira e visível. "Onde quer que vejamos a Palavra de Deus pregada e ouvida em toda a sua pureza e os sacramentos ministrados segundo a instituição de Cristo, não há dúvida de que existe uma igreja de Deus" (João Calvino).


“A Palavra pregada em toda a sua pureza” trouxe à tona a supremacia do evangelho bíblico e forma precisamente nesse ponto que surgira a verdadeira ruptura com Roma. Atrás desta ênfase havia uma convicção quanto ao elo indissolúvel entre a Palavra escrita e o Espírito; pertencer à comunidade do Espírito iria necessariamente refletir a submissão à Palavra que o Espírito havia inspirado. Os Reformadores desconheciam qualquer Espírito que não levasse à Palavra; desconheciam qualquer amor por Deus que não estivesse ligado à fé e à verdade. O outro ponto em que discerniram a verdadeira igreja, os sacramentos, era também polêmico, já que foi no aspecto do ensino e da prática com relação aos sacramentos que os Reformadores viram a mais clara violação da religião bíblica por parte de Roma.


A existência de grupos cristãos (p. ex. o Exército da Salvação e a Sociedade dos Amigos) que não possuem sacramentos faz-nos hesitar quanto à afirmação de que os sacramentos são essenciais para que a igreja seja verdadeira. Não obstante, nosso Senhor claramente considerou o batismo como intimamente ligado à mensagem da igreja e à resposta humana a ela (Mt 28.19s), e a participação na Ceia como fundamental para a vida da igreja (Lc 22.19; 1 Co 11.24s).
Podemos generalizar esses sinais afirmando que o sinal supremo para os Reformadores era o próprio Cristo. Ele é o centro da Palavra e o cerne dos sacramentos.

A MISSÃO – UM SINAL AUSENTE?
Nas instruções de Jesus sobre a vida da igreja (Jo 13-16; Lc 10.1-20; At 1.1-8), encontramos um elemento não abordado nas características da igreja identificadas até agora, que é a missão: a responsabilidade de levar as boas novas de Jesus aos confins da Terra.

Existe certamente grande significado no fato de a história da igreja do Novo Testamento, o livro de Atos, Ter como seu tema principal a expansão sucessiva na pregação do evangelho: Jerusalém, Judéia, Samaria, e, em seguida, o mundo gentio (1.8; cf. 6.8s; 7; 8; 10.34-38; 11.19-26; 13.1ss). A igreja é missão talvez seja uma frase exagerada, mas em seu serviço total ao propósito e à glória de Deus, a missão é um ingrediente bíblico fundamental.

Assim sendo, uma igreja que não prega o evangelho não sente a responsabilidade pelo bem-estar moral e espiritual dos que a rodeiam, nem expressa interesse pelos pobres e necessitados onde quer que eles sejam encontrados, perdeu seu direito à autenticidade, constituindo-se numa negativa viva de seu Senhor.
Para resumir: a verdadeira igreja será reconhecida pela sua unidade nos relacionamentos, pela sua santidade de vida, pela sua abertura a todos, pela sua submissão à autoridade das escrituras, pela sua pregação de Cristo em palavras e sacramentos, e pelo seu compromisso com a missão.




Fonte: Texto retirado do livro Conheça a Verdade Estudando as Doutrinas da Bíblia, de Bruce Milne, ABU Editora.

domingo, 4 de julho de 2010

China: 35 mil abortos forçados por dia


Aproximadamente 35 mil abortos são realizados diariamente em mulheres que são vítimas da política coerciva de um só filho da China, disse o parlamentar Chris Smith na terça-feira.


Smith falou num debate intitulado "Proibido Escolher: A Celebração Oca da China ao Dia Internacional das Crianças" em 1 de junho.


O importante parlamentar pró-vida estava junto com outros participantes, inclusive T. Kumar, diretor da Anistia Internacional na Ásia, numa reunião de uma hora que lidou com as sérias conseqüências sistemáticas da política de um só filho da China e as iniciativas que várias organizações estão lançando para falarem publicamente em defesa dos direitos das mulheres e crianças na China.


Uma dessas organizações é a Iniciativa "Todas as Meninas São Permitidas" da Fundação Jenzabar, co-fundada pelo participante Chai Ling, líder dos protestos da Praça da Paz Celestial em 1989, o qual agradeceu a Smith por seu trabalho conhecido em defesa dos direitos das mulheres e da justiça global.
"Estamos honrados que o congressista Smith esteja acrescentando sua voz à nossa iniciativa em prol da liberdade e da justiça para essas mulheres e crianças brutalmente abusadas", disse Chai Ling.


Smith é um sólido defensor da vida humana e da liberdade nos EUA e no mundo, e suas iniciativas legislativas foram muito importantes para proteger as mulheres em casos de tráfico humano, estupro, agressão sexual e violência doméstica.


Em sua posição como encarregado do Comitê Executivo Parlamentar sobre a China, Smith presidiu mais de 20 audiências parlamentares sobre a questão de direitos humanos, abortos forçados e direitos das mulheres na China em seus 28 anos de serviço na Câmara dos Deputados dos EUA.


A participante Reggie Littlejohn, presidente de Direitos das Mulheres Sem Fronteiras, uma organização anti-escravidão sexual sem fins lucrativos, disse para os que estavam no encontro que "mais de 400 milhões de crianças não estão vivas na China por causa da política de um filho só. Esse número é mais do que a população dos Estados Unidos".


"Muitas pessoas nos EUA sabem acerca da política de um filho só, mas não sabem que leva a abortos forçados", Littlejohn disse, e relatou a partir de contato pessoal com as vítimas, mulheres levadas contra sua vontade para hospitais e sujeitas a abortos.


O debate de mesa redonda, com aproximadamente 70 participantes, foi dirigido pela Fundação Jenzabar, a Associação de Auxílio a China e Direitos das Mulheres Sem Fronteiras.


Numa entrevista depois do debate, o Dep. Smith disse que um foco na educação e alfabetismo daria às pessoas na China a oportunidade de decidir ter menos filhos sem coerção governamental.


"Mas o controle populacional jamais tem de ser por meio da matança de crianças", disse Smith, conforme reportagem do Washington Times.


Tradução: Julio SeveroFonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/


Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060302

quinta-feira, 1 de julho de 2010

AFEIÇÃO PELA PESSOA AMADA.


Precisamos cultivar o romantismo no casamento. Há uma tendência natural que torna o que era freqüente no namoro raro casamento, a conquista do outro. É muito fácil deixar o casamento cair na rotina e perder a afetividade do relacionamento conjugal. Afeição é uma das palavras mais lindas e importantes no casamento. Precisamos nos afeiçoar ao nosso cônjuge todos os dias. 

Segue abaixo fragmentos de “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint Exupéry, publicado em 1943. Trata-se de um livro famoso no mundo inteiro, cujo texto é interessante e provoca reflexão sobre algumas questões da vida, sobretudo, sobre o que podemos chamar de "a arte de enamorar-se".

A ARTE DE ENAMOR-SE!!!
 
“...- Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Ele pensa: "Minha flor está lá, nalgum lugar..." Mas se o carneiro come a flor, é para ele, bruscamente, como se todas as estrelas se apagassem! E isto não tem importância! ...

Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
...

-É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho...
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas...”
Os ritos fazem parte do coração...
Enamorar-se é criar ritos, ter uma flor única, ouvir musica nos passos, observar estrelas...criar laços!!!


Exupéry em "O Pequeno Príncipe"