quinta-feira, 8 de abril de 2010

Denominação esquerdista ajuda revolução islâmica

Por 130 anos, a cidade de Binghamton, no Estado de Nova Iorque, era sede da Igreja Episcopal do Bom Pastor, Mas recentemente, a denominação episcopal vendeu o lindo templo para o Centro de Consciência Islâmica.


Ao vender o templo para os muçulmanos, a denominação episcopal matou dois coelhos numa cajadada só. Primeiro, eles estão promovendo diversidade e ecumenismo. Segundo, eles conseguiram atrapalhar a congregação que havia se tornado “conservadora” demais.


Enquanto a denominação episcopal está ordenando homossexuais e lésbicas como pastores e bispos, a congregação da Igreja Episcopal do Bom Pastor decidiu que era hora de deixar a denominação. E a denominação decidiu que era hora de lhes tomar o templo e a propriedade.


O Rev. Matt Kennedy, da Igreja Episcopal do Bom Pastor, conta que sua congregação cresceu com estudos bíblicos semanais lotados de pessoas e muitos jovens estavam procurando a igreja. Mas isso não comoveu os líderes denominacionais, que no fim, com uma ação judicial agressiva, tomaram toda a propriedade.


A congregação, órfã de seu lindo e antigo templo, recebeu apoio e encorajamento de presbiterianos, batistas, metodistas, católicos, ortodoxos e pentecostais. Uma igreja batista ofereceu seu espaço para a congregação adorar a Deus. Então, graças a uma oferta generosa do monsenhor católico, o templo católico, que estava vazio, se tornou o lugar de adoração da Igreja Anglicana do Bom Pastor.


O antigo templo da Igreja do Bom Pastor é agora uma organização dawah, com representantes prontos para promover encontros em escolas, associações de pais e outras organizações comunitárias para apresentar o islamismo e os muçulmanos. O Centro de Consciência Islâmica declara que “explicará a mensagem de paz do islamismo, dará de graça exemplares do Corão e dará respostas às perguntas dos interessados. Oferecerá também programas apropriados para crianças usando marionetes”.


Em outra cidade próxima está “Islamberg”, uma instituição islâmica de treinamento militar. Islamberg é também a sede do grupo Muçulmanos da América, uma organização ligada ao grupo terrorista paquistanês Jamaat ul Fuqra. Ali, homens e mulheres estão sendo treinados em técnicas de guerrilha, combate corpo a corpo e o uso de rifles automáticos.


Sabe-se que depois do dawah, termo usado para designar o trabalho missionário islâmico de convidar pessoas a entrar no islamismo, tradicionalmente vem a jihad, isto é, a guerra santa.
A denominação episcopal — que faz parte da Comunhão Anglicana — preferiu ajudar os islâmicos em seu dawah, desalojando evangélicos que pregam o Evangelho, estudam a Bíblia e ajudam os pobres. Lamentavelmente, a denominação episcopal talvez nem saiba o que é dawah, por estarem ocupados demais ordenando homossexuais e lésbicas.


Na Inglaterra, Alemanha e outros países europeus, é muito comum os islâmicos comprarem antigos templos evangélicos e católicos. Agora, a revolução islâmica aos poucos conquista os mesmos espaços nos Estados Unidos, avançando sorrateiramente enquanto as igrejas liberais e esquerdistas estão entregando a alma no altar do homossexualismo.


Escrito totalmente a partir de matéria da revista FrontPage.
Fonte: http://www.juliosevero.com/
Nota: Todos aqueles que participaram diretamente desse crime contra a fé cristã terão que a certar as contas com o Senhor da igreja.

Pastor, socorro perdemos tudo!

Levantei bem cedo e desde então tenho andado pelas ruas de Niterói. Durante todo o dia ouvi da boca de inúmeras pessoas que em virtude das fortes chuvas que caíram sobre a região metropolitana do Rio de Janeiro que haviam perdido tudo o que possuíam. Confesso que nunca tinha visto tanta dor e desespero como vi no dia de hoje. Para piorar a situação, ao chegar em casa depois de um dia extremamente exaustivo, recebi a noticia através do Pr. Márcio de Souza, que um grave desabamento havia ocorrido no Morro do Bumba e que da casa dele se podia ouvir o grito do povo. Imediatamente, entrei no meu carro dirigindo-me ao Viçoso Jardim tentando de alguma forma ajudar e consolar uma população absolutamente desesperada.
Ao chegar lá, tive a impressão de que o Haiti tinha se transferido para cá, até porque, a destruição foi tão impressionante que parecia que um forte terremoto havia destruído todas as casas que ali se encontravam. Se não bastasse isso, o povo ali presente estava em estado de choque, demonstrando não acreditar na tragédia daquele lugar. Infelizmente mais de 30 casas desabaram soterrando famílias inteiras.Caro leitor, como já escrevi anteriormente, diante desta enorme tragédia resta-nos arregaçar as mangas e ajudar aqueles que sofrem.
A Igreja Cristã da Aliança, está recebendo doações de roupas e alimentos não perecíveis, colchões, água potável, além de material de higiene pessoal que estão sendo distribuídos aos desabrigados e desalojados. Os que desejarem contribuir poderão levar suas doações para a Igreja Cristã da Aliança de Pendotiba.Prezado amigo, é hora da Igreja Evangélica se mobilizar e ajudar a população Fluminense que com absoluta certeza passa pelo momento mais difícil de sua história.


Se você quer saber como ajudar entre em contato com um dos nossos pastores pelos telefones (21) 9123-7399 (21) 9123-7399 , (21) 8139-4764 (21) 8139-4764 ou (21) 7360-9568 (21) 7360-9568.

Em Cristo nosso Senhor,
Renato Vargens
Nota: Encorajo os leitores desse blog a fazer tudo o que for possível para socorrer essas famílias. O pastor Renato Vargens saberá encaminhar os donativos aos necessitados.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Pais querem limite na publicidade voltada às crianças

Sete em cada dez pais são influenciados pelos filhos de 3 a 11 anos na hora de fazer compras e os maiores responsáveis pelo estímulo aos pedidos dos pimpolhos são a propaganda, os personagens vinculados aos produtos, filmes e programas de TV. Esse é o resultado de uma pesquisa divulgada, terça-feira, pelo projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana.
O levantamento também mostra que 73% dos pais acreditam que deveria haver restrição ao marketing e à publicidade voltados às crianças. “Eles estão preocupados com a exposição dos filhos aos anúncios publicitários. Sentem que há alguma coisa errada, mas não sabem o que podem fazer para mudar esse quadro”, afirma Isabela Vieira Machado Henriques, coordenadora do projeto.

Uma das maiores preocupações, segundo a pesquisa – que ouviu pais e mães de todas as idades, com mais destaque para a classe C -, é com a alimentação das crianças. Na frente disso, só há o medo da violência. O levantamento mostra que entre os pedidos espontâneos feitos pelos filhos o principal são as guloseimas (chocolate, bala, chiclete, doce e bolacha). Os percentuais são mais altos entre os mais novos. “Bolachas, refrigerantes e salgadinhos são alimentos consumidos algumas vezes por semana por meninos e meninas entre 3 e 11 anos. E isso é uma preocupação para a saúde”, observa Isabela Henriques. O estudo foi divulgado durante a abertura da terceira edição do Fórum Internacional Criança e Consumo, em São Paulo.

A fisioterapeuta Maria Beatriz Alvarenga de Almeida não esconde seu receio diante das escolhas alimentares da filha Fernanda, de 9 anos. Segundo ela, a menina é influenciada pela avalanche de publicidade que ronda os produtos infantis. “Ela quer o sorvete e sunday de determinado lugar. O chips tem que ser de tal marca, no lugar do suco quer refrigerante e até produtos que não são apropriados para crianças, como energético, já pediu para experimentar por causa dos comerciais”, explica a mãe.

Maria Beatriz afirma que está lutando para mudar os hábitos alimentares da filha, mas a dificuldade é grande justamente por causa da influência da publicidade. “A fruta não vem em embalagem colorida e, portanto, não estimula a criança a comer”, diz. Além da preocupação com a saúde de Fernanda, a fisioterapeuta também ressalta que produtos saudáveis são mais baratos . “Faz diferença no bolso você optar por um sacolão ou por um fast food”, compara.
Ainda de acordo com o resultado da pesquisa, a classe C entrou no mercado de consumo e usa esse canal como uma forma de afirmação, mas não sabe o que fazer para proteger seus direitos como consumidora. O problema fica mais grave quando o assunto é a saúde dos filhos. “Ao responder ao questionário, muitas pessoas se perguntavam se seria possível regulamentar a propaganda destinada às crianças”, revela Isabela. É o caso de Maria Beatriz. “Sou a favor de uma regulamentação da publicidade para crianças, principalmente no que diz respeito à alimentação”, diz a fisioterapeuta.

Queda de braço
No início de março, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou atrás da decisão de restringir os horários para a propaganda de produtos alimentícios infantis que tenham altos teores de açúcar, gorduras e sódio. Além disso, a agência também desistiu de limitar a publicidade de bebidas de baixo teor nutricional, como refrigerantes, para as crianças. Essas regras deveriam ter sido publicadas pela Anvisa em dezembro, mas, no início deste mês, entidades de defesa do consumidor foram comunicadas de que o órgão apenas manterá alertas sobre os riscos que esses produtos oferecem à saúde.

A agência reguladora afirma que não voltou atrás na decisão de proibir a veiculação dos anúncios, até porque a iniciativa não chegou a ser implementada. Além disso, afirma que não tem amparo legal para decidir sobre o assunto. Mas em 2006, a própria agência havia proposto, por meio de consulta pública, que os comerciais dos alimentos com essas características só pudessem ser veiculados das 21h às 6h. A também avaliou a possibilidade de proibir anúncios de alimentos açucarados e gordurosos – ou com muito sódio – em programas diretamente voltados para as crianças.

Na contramão da decisão do órgão regulador, o levantamento do Instituto Alana constatou que oito em cada dez pais estão muito preocupados com a violência e que 7,5 deles preocupam-se em oferecer aos filhos uma alimentação saudável. O recuo da Anvisa foi um golpe no esforço que vinha sendo construído há quatro anos por entidades de defesa do consumidor como Idec e o próprio Alana no sentido de defender o público infantil do assédio da indústria de alimentos não-saudáveis, que está levando as crianças à obesidade. Hoje, os parâmetros para a propaganda de alimentos destinada a esse público obedecem apenas à autoregulamentação da iniciativa privada. Cada empresa define os seus próprios critérios. (Colaborou Tetê Monteiro)
Fonte: Estado de Minas

domingo, 4 de abril de 2010

PORQUE ELE VIVE, POSSO CRER NO AMANHÃ

O domingo é um dia especial para o povo de Deus. Foi numa manhã de domingo que o Senhor Jesus ressurgiu dentre os mortos. Ao longo dos séculos a igreja rende a Deus honra, louvor e glória e adora o Cordeiro que foi morto está vivo pelos séculos dos séculos. Se a morte tivesse triunfado sobre Jesus, estaríamos desprovidos de esperança. Jamais devemos perder de vista que o Cristo crucificado é também o Cristo ressurreto. A Páscoa não termina com um funeral, mas com uma festa. O Senhor Jesus Cristo ressurgiu. Ele vive e reina eternamente!


O notável Charles Wesley compôs um hino que expressa o fundamento da fé cristã: “Cristo já ressuscitou; Aleluia! Sobre a morte triunfou; aleluia! Tudo consumado está; Aleluia! Salvação de graça dá Aleluia!” O triunfo de Cristo sobre a morte é a base de toda esperança. A tumba vazia de Cristo é o berço da igreja. Glória a Deus!


Todavia, apesar da gloriosa mensagem da ressurreição, que nos possibilita viver uma viva plena e cheia de esperança, muitos continuam sem razão para viver. É lamentável que haja tantos debaixo do jugo da desesperança, em cuja vida não há sentido, propósito ou significado. A desesperança pode ser definida como sendo a morte prematura dos que continuam vivos. Mesmo o cristão, sujeito as adversidades da vida como qualquer outro mortal, está propenso a sucumbir ao desânimo. Por conta das tensões e decepções, angústias e depressões, dores e tristezas, podemos viver no frustrante muro das lamentações. A tirania das circunstâncias adversas pode transformar a vida de muitos numa permanente crucificação!


A ressurreição de Cristo nos garante o triunfo da alegria sobre a tristeza, da esperança sobre a desesperança, da vida sobre a morte. Pela fé no ressurreto Filho de Deus a sexta-feira da paixão pode dá lugar ao domingo da ressurreição e da esperança. O apóstolo Pedro tributou glórias a Deus pela salvação em Cristo, fonte da verdadeira esperança: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.” 1 Pedro 1.3 O povo de Deus pode celebrar a ressurreição de Cristo e cantar com muita alegria: “Porque Ele vive posso crer no amanhã!”

sábado, 3 de abril de 2010

O SACRIFÍCIO DE CRISTO


“... PORQUE CRISTO, NOSSA PÁSCOA, JÁ FOI SACRIFICADO” 1 Co 5.7b




No crepúsculo da tarde do dia 14 de Nisã, primeiro mês do calendário judaico, cada família em Israel celebrava a libertação da nação da escravidão do Egito. A Páscoa era a primeira e a mais importante festa do povo hebreu. Flávio Josefo, notável historiador judeu, afirma que 250 mil cordeiros eram sacrificados na ocasião da Páscoa. Tudo isso em um espaço de 2 horas, o que exigia o trabalho de aproximadamente 600 sacerdotes. O templo se transformava em um rio de sangue, uma evidência contundente da gravidade do pecado. Um animal substituía o pecador, e esse animal se transformava, então, naquele que levava o castigo do pecador. As Escrituras ensinam que “... sem derramamento de sangue não há remissão de pecados.” (Hb 9.22).




Todavia, o sangue de todos esses animais não podiam de fato expiar o pecado, isto é, cancelar a culpa do pecado. “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10.4). Os cordeiros oferecidos em holocausto, apenas simbolizavam um sacrifício mais perfeito que o próprio Deus providenciaria para remover os pecados.




Séculos depois, quando Jesus apareceu no deserto da Judéia, João Batista afirmou: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Cristo, através de sua morte substituta, penal e vicária garantiu definitivamente a redenção do seu povo.


As Escrituras ensinam que a morte de Cristo não foi um acidente, mas a execução de uma operação de resgate planejada na eternidade. Por isso, o cristão, na contramão dessa cultura alienada e totalmente ignorante acerca dessas preciosas verdades, deve celebrar a Páscoa tendo em mente as palavras de Pedro:
“... portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos por amor de vós que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus.” (1Pe 1.17-21)


O sacrifício de Cristo em favor do seu povo deve ser motivo de profunda gratidão. Quando meditamos em nossa vileza e levamos em consideração as nossas mazelas e pecados somos impelidos a render graças a Deus pela manifestação da sua infinita misericórdia e sua maravilhosa graça em Cristo, aquele que nos amou e por nós quis morrer.

BIG BROTHER BRASIL

A CELEBRAÇÃO DA ESTUPIDEZ NACIONAL

Acabou! Depois de semanas de entorpecimento mental espiritual chegou ao fim (pelo menos por enquanto) o mais recente fenômeno da estupidez nacional. O Big Brother Brasil, programa da Rede Globo, ganhou audiências que surpreenderam especialistas do mundo inteiro. Programas como o BBB existem em todo o mundo, mas só alcança índices altos de audiência em países como o Brasil, onde o cidadão vota para eliminar um bobão ou uma bobona qualquer, porém não se lembra em quem votou na última eleição.

O desserviço que a Rede Globo vem prestando a nação brasileira não pode deixa de ser mencionado. Uma organização que se ufana de ter um Q de qualidade, na verdade tem um E de esperteza. Estudos indicam que em cada “paredão”, com uma média de mais de 25 milhões de ligações, a Globo faturou milhões de reais (fora as outras fontes de receita), graças aos tolos de plantão. Em troca, o povo recebeu um entretenimento vazio, que em nada colaborou para a sua formação. Na verdade o BBB foi uma grande escola, pelo menos para aqueles que quiseram aprender como ser falso, mentiroso, infiel, hipócrita, leviano, canalha, com todos os derivativos da falta de ética e imoralidade.

O brasileiro trabalha cinco meses do ano para pagar impostos que são usados, entre outras coisas, para sustentar a máquina pública tantas vezes emperrada por conta dos parasitas sanguessugas que lá estão. Como se isso não bastasse, esse mesmo povo sofrido, pega os seus recursos e numa única noite entrega a Globo oito milhões de reais. A sociedade dá audiência a esse tipo de patifaria televisiva e com isso contribui para a falência da família e dos valores morais e éticos.

Lamento ter que reconhecer que muitos cristãos negaram a Jesus Cristo ao se prostrar diante da televisão para assistir o BBB. Os que assim procederam envergonharam o Senhor andando no conselho dos ímpios, se detendo no caminho dos pecadores e se assentando na roda dos escarnecedores. Em nome do “não têm nada haver”, muitos crentes foram cúmplices nesse processo de degradação da nação brasileira.