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sábado, 5 de março de 2011

O genocídio dos negros norte-americanos

Em Nova York, uma propaganda de um grupo pró-vida vem causando desconforto, para dizer o mínimo, entre abortistas e assemelhados daquela cidade.

O cartaz, exposto na região do SoHo, um reduto de artistas e gente prafrentex, é o que está aí ao lado. O pessoal do SoHo, que não vê nada de mais em obras como "Piss Christ", está esperneando por causa do cartaz, que só diz uma verdade que vai sendo cada vez mais por todos conhecida: a população negra norte-americana é a que mais está sendo dizimada pelo aborto.

Também pudera, a feminista Margaret Sanger, uma das fundadoras da Planned Parenthood, a maior cadeia de matadouros de criancinhas dos EUA, ficou conhecida por seu apoio às práticas eugênicas e por ligações com grupos racistas. Ligação tão forte que a senhora Sanger foi convidada a discursar em um comício da Klu Klux Klan, aqueles palhaços racistas que gostam de se esconder sob capuzes.

Mas o que incomoda mesmo os dândis do Soho é que o cartaz traga verdades. Apesar de os negros serem 13% da população norte-americana, 1/3 dos abortos daquele país são feitos entre as pessoas desta raça. No geral, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados.

A Planned Parenthood, provavelmente honrando o nome de sua fundadora, prefere abrir seus matadouros exatamente em locais de população de baixa renda e junto à minorias raciais. A oportunidade é tudo em certos negócios, não?

Por tudo isto, o que vai no cartaz é a mais pura verdade. Os esquerdistas de lá podem espernear, bater o pezinho e tirar as calças pela cabeça que isto não mudará a realidade que eles tentam esconder: para um negro norte-americano é realmente o útero o lugar mais perigoso por lá. Em Nova York, de cada 10, apenas 4 saem com vida.

FONTE: http://contra-o-aborto.blogspot.com/

domingo, 4 de julho de 2010

China: 35 mil abortos forçados por dia


Aproximadamente 35 mil abortos são realizados diariamente em mulheres que são vítimas da política coerciva de um só filho da China, disse o parlamentar Chris Smith na terça-feira.


Smith falou num debate intitulado "Proibido Escolher: A Celebração Oca da China ao Dia Internacional das Crianças" em 1 de junho.


O importante parlamentar pró-vida estava junto com outros participantes, inclusive T. Kumar, diretor da Anistia Internacional na Ásia, numa reunião de uma hora que lidou com as sérias conseqüências sistemáticas da política de um só filho da China e as iniciativas que várias organizações estão lançando para falarem publicamente em defesa dos direitos das mulheres e crianças na China.


Uma dessas organizações é a Iniciativa "Todas as Meninas São Permitidas" da Fundação Jenzabar, co-fundada pelo participante Chai Ling, líder dos protestos da Praça da Paz Celestial em 1989, o qual agradeceu a Smith por seu trabalho conhecido em defesa dos direitos das mulheres e da justiça global.
"Estamos honrados que o congressista Smith esteja acrescentando sua voz à nossa iniciativa em prol da liberdade e da justiça para essas mulheres e crianças brutalmente abusadas", disse Chai Ling.


Smith é um sólido defensor da vida humana e da liberdade nos EUA e no mundo, e suas iniciativas legislativas foram muito importantes para proteger as mulheres em casos de tráfico humano, estupro, agressão sexual e violência doméstica.


Em sua posição como encarregado do Comitê Executivo Parlamentar sobre a China, Smith presidiu mais de 20 audiências parlamentares sobre a questão de direitos humanos, abortos forçados e direitos das mulheres na China em seus 28 anos de serviço na Câmara dos Deputados dos EUA.


A participante Reggie Littlejohn, presidente de Direitos das Mulheres Sem Fronteiras, uma organização anti-escravidão sexual sem fins lucrativos, disse para os que estavam no encontro que "mais de 400 milhões de crianças não estão vivas na China por causa da política de um filho só. Esse número é mais do que a população dos Estados Unidos".


"Muitas pessoas nos EUA sabem acerca da política de um filho só, mas não sabem que leva a abortos forçados", Littlejohn disse, e relatou a partir de contato pessoal com as vítimas, mulheres levadas contra sua vontade para hospitais e sujeitas a abortos.


O debate de mesa redonda, com aproximadamente 70 participantes, foi dirigido pela Fundação Jenzabar, a Associação de Auxílio a China e Direitos das Mulheres Sem Fronteiras.


Numa entrevista depois do debate, o Dep. Smith disse que um foco na educação e alfabetismo daria às pessoas na China a oportunidade de decidir ter menos filhos sem coerção governamental.


"Mas o controle populacional jamais tem de ser por meio da matança de crianças", disse Smith, conforme reportagem do Washington Times.


Tradução: Julio SeveroFonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/


Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060302

quarta-feira, 16 de junho de 2010

DINHEIRO DE SANGUE (Bloodmoney)


"Dinheiro de sangue" (Bloodmoney) um documentário que expõe a verdade por trás da indústria do aborto, a partir de uma perspectiva pró-vida.“Tínhamos todo um plano para vender abortos, e se chamava “educação sexual”: quebrar a inocência natural das meninas, separá-las de seus pais e de seus valores, e tornarmo-nos os "experts" em sexo para elas, de modo que elas nos procurassem", é o que diz uma ex-funcionária da Planned Parenthood (rede de clínicas de aborto nos Estados Unidos). "Nossa meta [na Planned Parenthoo] era 3 a 5 abortos para cada menina entre as idades de 13 a 18 anos".

Esse filme provavelmente é o primeiro documentário profissional sobre a história, a política, o dinheiro e os horrores associados à indústria do aborto nos Estados Unidos. Como vocês podem adivinhar, o pessoal na Planned Parenthood e todo o pessoal pró-aborto não está nada feliz com o lançamento desse filme. Já começam a se organizar protestos e os donos de cinema se encontram relutantes em exibi-lo.

Convidamos você a dar uma olhada nesse trailer. Esperamos que "Bloodmoney" possa ter a divulgação merecida, e quem sabe possa estar em algum cinema perto de você.