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sábado, 29 de janeiro de 2011

ECOmenismo chega aos palcos da Europa



Já há algum tempo a discussão sobre a mudança climática chegou ao cinema e à televisão, principalmente na forma de documentários. Mas o palco de teatro ainda é território estranho para debates sobre o tema, apesar do grande interesse popular. Isto agora parece estar mudando. Ao menos na Europa. Na Alemanha, algumas peças já foram escritas, inclusive para o público infanto-juvenil. E na Grã-Bretanha, no próximo mês, duas grandes companhias de teatro estreiam em Londres textos que têm como centro a questão do aquecimento global. A primeira, “The Heretic” (“O Herege”, em tradução livre) será encenada pela Royal Court Theatre e terá como centro a vida de uma cientista, Dr. Diane Cassal, que se encontra em desacordo com a visão científica compartilhada pela maioria dos seus colegas. A sinopse da peça traz a questão: “Poderia a ideia de que o aquecimento global é causado pelo homem ter se tornado a religião mais atraente do século 21?”

A outra é “Greenland” (“Groenlândia”, em tradução livre) será encenada pela renomada Royal National Theatre e está sendo chamada também de peça/documentário. De acordo com o próprio site da companhia, o texto foi criado em conjunto por quatro dramaturgos que entrevistaram ao longo de seis meses figuras centrais do mundo das ciências, da política, dos negócios e da filosofia “em um esforço para tentar entender” o assunto “mais urgente da atualidade”.

Esta não é a primeira vez que uma peça sobre o aquecimento desembarca nos palcos londrinos. Em 2009, “The Contingency Plan” (“Plano de Contingência”) fez relativo sucesso. Mas é a primeira vez na Grã-Bretanha que duas grandes companhias investem no assunto de maneira simultânea.

E um artigo do crítico de teatro Robert Butler indica os prováveis motivos da demora da chegada do tema ao teatro no país. Segundo ele, primeiro, é necessário esclarecer conceitos relativamente complexos para um público leigo, problema enfrentando por qualquer dramaturgo que se aventure por temas do mundo das ciências. Mas além desta dificuldade, escrever uma peça sobre os efeitos das mudanças climáticas também impõe o desafio de criar tensão em relação a um evento que só acontecerá no futuro.

O que acontece em lugares remotos, como a Antártica, pode alterar o rumo dos acontecimentos na Grã-Bretanha em algumas dezenas de anos. Nada imediato e local como o drama originado por uma guerra ou uma epidemia, por exemplo.

“Greenland” e “The Heretic” parecem ter superado esta primeira barreira, atraindo o investimento de duas renomadas companhias teatrais britânicas. Resta saber como o público vai reagir e que tipo de desdobramento o surgimento de peças sobre o aquecimento global pode vir a ter. Os textos vão incentivar mudanças de comportamento e assumir um tom de campanha, como acontece com vários documentários? Ou as mudanças climáticas servirão somente como pano de fundo para tramas convencionais?

(BBC Brasil)
Nota: É interessante notar a intenção de tornar mais popular a discussão em torno do aquecimento global e a possibilidade de que a iniciativa assuma “tom de campanha” para “criar tensão”. Mas o que me chamou atenção mesmo foi a peça “The Heretic”, já que ela procura revelar a “religião” (ECOmenismo) que se criou em torno do aquecimento global supostamente causado principalmente pelo homem. Note que o cientista que procura denunciar esses interesses escusos, “religiosos” por trás do assunto é considerado “herege”. Daqui a pouco, os céticos do aquecimento global antropogenicamente causado poderão ser chamados, também, de hereges, pois, embora concordem que a natureza deva ser preservada, discordam dos métodos de “salvamento” do planeta e dos interesses políticos/religiosos nos bastidores dessa grande encenação que cheira a engenharia social. Quem viver verá o gran finale desse drama.[MB]
FONTE: Criacionismo (http://www.michelsonborges.com/)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A SECULARIZAÇÃO DO NATAL.


O nascimento de Jesus Cristo foi uma decisão de Deus. O natal não foi a história de um nascimento casual, sem planejamento. O nascimento de Jesus não foi um descuido nem simplesmente a escolha de um casal comprometido pelo amor. O natal foi decisão de Deus. Foi iniciativa do céu, decretado na eternidade e realizado na plenitude dos tempos.

O natal foi um nascimento singular. Não houve nem haverá nenhum outro igual. O nascimento de Jesus não foi o concurso do relacionamento conjugal de José e Maria, mas a intervenção soberana do Espírito Santo de Deus nela, de tal maneira, que o seu filho não herdaria o pecado de Adão, nem seria semente do homem, mas da mulher.

O natal é um nascimento majestoso. Mesmo cercado de pobreza, pois não havia lugar para José e Maria nas hospedarias de Belém, precisando eles encontrar abrigo numa manjedoura para Jesus nascer, ele nasceu como Rei dos reis. Os magos do Oriente prostraram-se aos seus pés reconhecendo nele o rei, o sacerdote e o profeta.

No entanto, a despeito dessa história sem igual o Natal tem sofrido um processo de secularização. O povo brasileiro, demasiadamente crédulo e supersticioso, por inadvertidamente distorce o sentido do verdadeiro Natal e favorece a paganização. A secularização do Natal tem duas marcas principais:

1) UM INTRUSO CHAMADO PAPAI NOEL.Papai Noel começou a existir, segundo a tradição, na pessoa de São Nicolau, bispo de Mira, na Ásia Menor, no século IV d.C. Ele, segundo a tradição, foi um homem bondoso, que gostava muito das crianças, principalmente das pobres, a quem dava presentes. Essa figura mais tarde imortalizou-se num símbolo, que recebeu o nome de Papai Noel.

O tempo passou e um mito tomou o lugar de uma pessoa, Papai Noel tomou o lugar de Cristo. O Natal foi paganizado e secularizado. O sentido do Natal mudou. Até o Papai Noel mudou. O Papai Noel moderno é um mito, uma lenda, uma criação do comércio voraz. O Papai Noel de hoje é uma caricatura do espírito natalino; ele está na contra mão do sentido do Natal. O Papai Noel foi concebido no ventre do consumismo materialista. Ele está a serviço do espírito mercantilista

Papai Noel é um intruso, é uma farsa, uma mentira, um roubador de cena. Os holofotes precisam estar colocados sobre Jesus e não sobre ele.

Jesus é o dono, o sentido e a razão do Natal. Natal sem Jesus é festa pagã. Natal sem Jesus é festa gastronômica. Natal sem Jesus é apenas mercantilismo vazio. O conteúdo do Natal é salvação. O espírito do Natal é doação. É Deus se fazendo homem, o rico se fazendo pobre, o senhor se fazendo servo. Natal é dádiva de amor. O Natal é para todos. O Natal é Jesus.

Precisamos devolver o Natal ao seu legítimo dono. Precisamos dar a glória devida a Jesus e fazer dele o centro do Natal.

Outra marca da secularização do Natal é a...
2) UM JESUS QUE A BÍBLIA NÃO RECONHECE.

O nome de Jesus é muito conhecido e ignorado. Esse é um grande paradoxo. Ao mesmo tempo que se fala muito em Jesus, se conhece muito pouco sobre a pessoa bendita de Jesus Cristo, tal como a Bíblia o apresenta. QUEM É JESUS PARA O POVO BRASILEIRO? Essa pergunta é importante, tendo em vista que há uma absurda deturpação perceptível nas muitas caricaturas de um Jesus que a Bíblia não reconhece. Vejamos:

1) O Jesus milagreiro.A visão difundida por muitos, inclusive por algumas igrejas, é que Jesus é um milagreiro, pronto para curar qualquer de caso de enfermidade com a manifestação de uma força espiritual. Por trás desse espírito algumas igrejas se autodenominaram prontos-socorros espirituais quando na verdade o que acontece é curandeirismo em nome da fé. Isso é um desserviço ao evangelho. Esse suposto Jesus que mais parece um curandeiro é uma deturpação da pessoa do Senhor Jesus.

2) O Jesus Morto.Na maioria das repartições publicas, no retrovisor dos automóveis e estabelecimentos comerciais é possível observar o cristo morto dos crucifixos. Uma figura inoperante que não inspira esperança, mas comiseração. O crucifixo retrata e difunde a cruz como a derrota de Jesus Cristo. A figura do mártir bonzinho que foi morto e ponto final é um crime contra a pessoa do Senhor Jesus.

3) O Jesus da publicidade.Da camiseta ao chaveiro. Do adesivo no carro ao boné e em tantas outras bugigangas observamos um Jesus que é uma marca. É altamente rentável trabalhar com a imagem de Jesus, tendo em vista que ele parece cobrar direito de imagem. No Maranhão até um refrigerante levou a marca Jesus e fez tanto sucesso que a Coca Cola foi obrigada a comprar para não perder espaço no mercado.

4) O Jesus da LBV
O Jesus, de cabelos loiros e olhos azuis, é o maior garoto propaganda das instituições sociais. A maioria das campanhas com apelo social para socorrer os necessitados tem na figura de Jesus o marketing perfeito. Para muitas pessoas Jesus não é um ser real, mas um espírito que inspira o que há de melhor na humanidade. Para sensibilizar as pessoas não existe nada melhor do que mostrar o Jesus dos pobres e indefesos.


Precisamos comemorar o Natal com uma celebração festiva ao rei Jesus, que nasceu numa manjedoura, viveu como carpinteiro, morreu numa cruz, mas ressuscitou gloriosamente, para oferecer-nos o banquete da salvação. Que prevaleça a verdade sobre o mito!

Não temais, eis que trago boas novas de grande alegria: é que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Lucas 2.11

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ateu faz cerimônia de ‘desbatismo’ com secador de cabelo


O líder ateísta Edwin Kagin (foto) está percorrendo os Estados Unidos vestido de sacerdote realizando cerimônias nas quais usa um secador para, simbolicamente, enxugar os cabelos molhados com a água do batismo das pessoas que se tornaram ateias. Ao final, os descrentes obtêm um diploma de “desbatismo”.

Ao programa Nightline da ABC, o advogado Kagin afirmou estar fazendo uma “anticruzada”, numa referência às cruzadas católicas de conversão da Idade Média.

De pais presbiterianos, Kagin disse que alguns casos de educação religiosa deveriam ser denunciados à polícia como “abuso infantil”.Ele falou que resolveu percorrer os Estados Unidos após ter testemunhado um exemplo de como a crença religiosa pode prejudicar uma pessoa: seu filho se tornou cristão fundamentalista após ter recebido “uma revelação divina”.

Fonte: Paulopes Weblog

NOTA: O movimento ateísta tem crescido muito. A revista Time, uma sempre vigilante descobridora de tendências, celebrou recentemente uma onda de livros de autores ateus – dentre eles, os livros de Sam Harris, de Daniel C. Dennett e o de Richard Dawkins (considerado o papa dos ateus).

Esses livros têm três propósitos: acelerar o desaparecimento da fé bíblica; fazer proselitismo a favor do ateísmo militante; e levantar a moral dos ateus, em parte por meio da divulgação de grupos de ajuda a eles dirigidos. Judiclay S. Santos