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quarta-feira, 16 de junho de 2010

DINHEIRO DE SANGUE (Bloodmoney)


"Dinheiro de sangue" (Bloodmoney) um documentário que expõe a verdade por trás da indústria do aborto, a partir de uma perspectiva pró-vida.“Tínhamos todo um plano para vender abortos, e se chamava “educação sexual”: quebrar a inocência natural das meninas, separá-las de seus pais e de seus valores, e tornarmo-nos os "experts" em sexo para elas, de modo que elas nos procurassem", é o que diz uma ex-funcionária da Planned Parenthood (rede de clínicas de aborto nos Estados Unidos). "Nossa meta [na Planned Parenthoo] era 3 a 5 abortos para cada menina entre as idades de 13 a 18 anos".

Esse filme provavelmente é o primeiro documentário profissional sobre a história, a política, o dinheiro e os horrores associados à indústria do aborto nos Estados Unidos. Como vocês podem adivinhar, o pessoal na Planned Parenthood e todo o pessoal pró-aborto não está nada feliz com o lançamento desse filme. Já começam a se organizar protestos e os donos de cinema se encontram relutantes em exibi-lo.

Convidamos você a dar uma olhada nesse trailer. Esperamos que "Bloodmoney" possa ter a divulgação merecida, e quem sabe possa estar em algum cinema perto de você.


sexta-feira, 30 de abril de 2010

FORMAS DE NÃO PEDIR PERDÃO



Por Israel Belo de Azevedo


Um padre (mas poderia ser um pastor) de Alagoas prestou depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia.



Segundo os jornais, acusado de manter relações sexuais comum ex-coroinha, ele afirmou, entre outras declarações:



. “Queria pedir que atendessem ao meu clamor: perdoem-me! Já me confessei a Deus também”.
. “Renova-se em mim o que ouvi na Sexta-feira Santa, que foi Jesus dizendo: ‘tiraram minha roupa, cuspiram sobre mim e me crucificaram’. É isso que estou passando”.
. “Lamento que essas acusações tenham partido de pessoas que comeram na minha mesa, assim como Jesus disse: ‘eles que comeram do meu pão é que me traíram’. Eles estão aqui na minha frente e, não sei se por fraqueza, agora eles me atiram pedras”.

Precisamos ter a disposição de pedir perdão antes de sermos desmascarados. Um pedido depois pode ser apenas uma estratégia, não uma atitude de um coração puro que não quer pecar mais.
Em nossa confissão, devemos tomar cuidado em usar o nome de Deus. Não podemos usar em benefício próprio o fato de que pedimos perdão a Deus. Se houve, essa é uma experiência muito particular. Não pode servir de álibi.



Quando descoberto o nosso pecado, o sofrimento dele decorrente deve ser experimentado como uma forma de compreender a dimensão do nosso erro. Jamais devemos comparar o nosso sofrimento ao de Jesus Cristo, que era completamente inocente. Não há semelhança entre a dor dEle e a nossa.



Se pecamos e fomos descobertos, não importa quem nos denunciou, se são dignos de crédito ou não. O que tem importância é que pecamos.

Quando pecamos, não devemos manipular as palavras para ficar por cima. Estamos por baixo, por mérito próprio.

Quando pecamos, devemos reconhecer que pecamos contra Deus.

Quando pecamos, devemos pedir perdão a Ele e a quem ofendemos.

Quando pecamos, devemos estar dispostos a pagar o preço por nosso erro.

Quando pecamos e nos arrependemos, estamos nos comprometendo a não pecar mais.

Qualquer atitude diferente destas demonstra visivelmente que ainda não nos arrependemos.
Perdão é para quem se arrepende.

Quem peca e não se arrepende precisa de nossas orações, não para ser perdoado, mas para se arrepender