quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PAIXÃO PELA OBRA MISSIONÁRIA






A igreja de Cristo, desde o início, sobretudo nos três primeiros séculos, foi objeto de intensa e cruel perseguição. Mas apesar de sofrer estigmas e ser marginalizada, a igreja cresceu chegando até os confins da terra. Milhões de pessoas confessaram Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e o fizeram, conscientes de todos os riscos dessa confissão. O notável historiador da igreja Philip Schaff nos ajuda a entender como se deu esse impressionante crescimento.

“Não havia sociedades missionárias, nem instituições missionárias, nenhum esforço organizado nos três primeiros séculos; e em menos de 300 anos a população toda do império romano, que representava o mundo civilizado, foi nominalmente cristianizada. Cada congregação foi uma sociedade missionária, e cada cristão um missionário inflamado pelo amor de Cristo para converter seu amigo. Cada cristão contou a seu próximo, o trabalhador ao seu companheiro de trabalho, o escravo a seu amigo escravo, o servo a seu mestre e mestra, a história da sua conversão, como um marinheiro conta a história do resgate de um naufrágio”.

Cada cristão via a si mesmo como um missionário. Aqueles irmãos causaram um enorme impacto no mundo pelo fato de levar a sério o mandato missionário: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc 16.15) Na mentalidade e prática dos primeiros cristãos, a proclamação do evangelho não era opcional ou restrita a alguns. Todos tinham consciência do dever e do privilégio de pregar o evangelho. Esses irmãos atuavam como ministros da nova aliança e embaixadores de Deus no mundo. Mas hoje, qual é a realidade?

A situação hoje é outra, completamente diferente. A falta de zelo e paixão pela obra missionária denuncia a preocupante condição da igreja contemporânea. Como dizia Andrew Murray: “Quando buscamos saber por que, com tantos milhões de cristãos, o verdadeiro exército de Deus que está enfrentando os exércitos da escuridão é tão pequeno, a única resposta é: falta de coração e entusiasmo. O entusiasmo pelo reino de Deus está faltando, porque há tão pouco entusiasmo pelo Rei”.

A paixão pela proclamação do evangelho e o zelo pela glória de Deus andam de mãos dadas. Se quisermos avaliar o nível do nosso amor por Deus devemos levar em consideração nosso envolvimento com a propagação do seu Reino.

Judiclay Santos

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OS SETE PECADOS DE CAIM!!!



Caros amigos,

No próximo domingo, 20 de novembro de 2011, às 19h30 farei o lançamento do meu primeiro livro.
Os Sete Pecados de Caim: os descaminhos do filho de Adão foi escrito com o objetivo central de edificar a igreja de Cristo.


No início deste ano compartilhei com a minha igreja que estava planejando escrever um livro. Antes de tornar público esse sonho, eu já havia conversado com alguns amigos sobre essa idéia e deles havia recebido apóio e encorajamento. Desde então comecei a pensar sobre alguns temas sobre os quais poderia escrever.


Os Sete Pecados de Caim foi o título de um sermão que preguei na igreja em fevereiro de 2010. Relendo os manuscritos do sermão, decidi que seria esse o tema do meu primeiro livro. Separei o material de pesquisa e mantive a disciplina de leitura. Depois passei a escrever e a formatar o sermão que hoje se tornou um livro.


Segue abaixo um pequeno trecho da introdução e em seguida o sumário do livro.


POR QUE CAIM MATOU ABEL?
Partindo do pressuposto que o melhor comentário da Bíblia é a própria Bíblia, encontramos a resposta nas Escrituras. O Novo Testamento lança luz sobre o Antigo Testamento e revela a razão pela qual Caim matou o seu irmão. “O motivo íntimo do desumano ato de Caim é revelado em 1 João 3.12”.

“Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros; não segundo Caim, que era do Maligno e assassinou a seu irmão; e por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 Jo 3.11-12).


O apóstolo João interpreta a narrativa de Gênesis e afirma que o motivo principal do crime era a natureza pecaminosa de Caim, cujo coração era maligno e perverso. João é categórico ao dizer que Caim era do Maligno e suas obras eram más. Tendo em vista que nada incomoda mais as trevas do que a luz, Caim nutria uma diabólica animosidade para com Abel, homem de fé (Hb 11.4) e justo (Mt 23.35).

“Os atos de Caim era malignos, e os de seu irmão eram justos. Esses dois adjetivos oferecem contraste. A palavra grega para maligno é a mesma que João usa para descrever Satanás (2.13,14; 5.18,19). Em resumo, João revela que as obras de Caim tiveram sua origem em Satanás. O termo justo, porém, é um termo que se refere a Jesus Cristo (1.9;2.1,29;3.7) Em outras palavras, Caim pertencia a Satanás e Abel pertencia a Deus”. [ii]


A Bíblia ensina que cada pecado, alimentado e conservado, gera outro pecado. “O caminho do pecado é descendente, e os homens que estão no pecado vão de mal a pior”.[iii] O salmista diz que “um abismo chama outro abismo” (Sl. 42.7) Há pecados que servem como úteros para outros pecados. Em seu caminho de transgressão, Caim pecou contra o seu irmão, tirando-lhe a vida de uma maneira tão cruel. No entanto, o pecado de Caim foi primariamente contra o seu Criador. “O pecado é um desafio à justiça de Deus, um roubo à sua misericórdia, um zombar de sua paciência, um desprezo ao seu poder e um desdém ao seu amor”, afirma John Bunyan.



Os Sete Pecados de Caim: os descaminhos do filho de Adão é um livro cujo propósito é denunciar a potencialidade destrutiva do pecado, com seus perigos e conseqüências. Como bem exortou William Gurnall: “Nunca pense que você encontrará mel no pote, se Deus escrever veneno no rótulo”. Portanto, evitar o caminho de Caim é fundamental para todos os que querem permanecer no verdadeiro Caminho e, como Abel, viver pela fé e ser justo.


SUMÁRIO
Introdução: Por que Caim matou Abel?

Capítulo 1 – IMPIEDADE. A vileza de desonrar a Deus.

Capítulo 2 – INVEJA. A tristeza pelo sucesso do outro.

Capítulo 3 – IRA. O vento que apaga a lâmpada da mente.

Capítulo 4 - REBELDIA. A insistência em andar na contramão.

Capítulo 5 - HOMICÍDIO. Um atentado contra a santidade da vida.

Capítulo 6 - IMPENITÊNCIA. Um coração refratário à obra da graça.

Capítulo 7 – ORGULHO. O primeiro e o pior pecado.


Conclusão: O TEATRO DA VIDA


LANÇAMENTO!!!
Igreja Batista Betel de Mesquita
Rua Egídio 979
Vila Emil-Mesquita


VOCÊ PODE ADQUIRIR SEU EXEMPLAR PELOS TELEFONES
(21) 2696 0357
(21) 37733431
Ou judicley@yahoo.com.br
Um forte abraço a todos!
Judiclay S Santos




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SEMINÁRIO DE REVITALIZAÇÃO DE IGREJAS





Gostaria de convidá-lo para participar do SEMINÁRIO DE REVITALIZAÇÃO DE IGREJA que acontecerá na Igreja Batista Betel no dia 12 de Novembro, a partir das 9h.

Com o propósito de edificar a igreja e abençoar vidas a Betel realizará um seminário de revitalização de igreja que certamente vai contribuir com o ministério de inúmeros pastores e líderes.

O palestrante será o renomado pastor Leonardo Sahium, da Igreja Presbiteriana da Gávea. Trata-se de um homem de Deus, que reúne profundidade teológica e vida piedosa. A palestra será dividida em dois tempos, seguido de um período de perguntas e repostas. Com previsão de término às 12h, logo após será servido um almoço de confraternização. O evento terá ainda uma excelente livraria com descontos de até 50 %

IMPERDÍVEL.

Pr. Judiclay S. Santos