sexta-feira, 14 de novembro de 2008

99% MACACO

Os darwinistas sempre se queixam de que o público em geral não compreende a evolução quando diz que "o homem veio do macaco". Pode até ser, mas um livro com este título: 99% Ape: How Evolution Adds Up [99% macaco: como a evolução faz sentido], publicado pelo Museu de História Natural de Londres, é um verdadeiro tiro no pé. Ele, na verdade, acaba colaborando para a incompreensão do povo.

"Charles Darwin foi ridicularizado ao sugerir que os humanos têm macacos por ancestrais, mas cada avanço científico no estudo da vida nos últimos 150 anos tem confirmado a realidade da evolução", diz o livro ufanista. E mais: "Leia a pesquisa mais recente sobre os tentilhões de Darwin [que apenas provam variação e não origem a partir de organismos inferiores] e como que novas espécies evoluem, descubra as falhas no ‘design inteligente’, descubra o que a evolução tem a dizer sobre a psicologia, o desenvolvimento da mente humana e da moralidade, e como que nós ainda estamos evoluindo.


"É mais um livro tentando explicar a "teoria do tudo".

QUERO TRAZER À MEMÓRIA O QUE ME PODE DAR ESPERANÇA.

Lamentações 3.21

Tristeza e desesperança. Esse é o estado de espírito de muitos. O pecado é um assaltante; um larápio que rouba o que temos de mais precioso, a vida e com ela toda esperança. Embora existam outras causas, a ausência de alegria e entusiasmo refletem a nossa pobreza espiritual. A falta de vida e esperança denuncia que algo está errado. Uma vida sem esperança é como está morto sem que haja um atestado de óbito. A desesperança é a morte prematura dos que continuam vivendo.

O profeta Jeremias lamentou o estado de morte espiritual do povo de Judá. Ele expressou o choro e a dor do seu coração, mas agora ele vê um clarão de esperança nas densas e escuras nuvens do sofrimento. A nação estava destruída, mas podia ser restaurada. Ele mergulha no baú de suas memórias e diz em alto e bom som a si mesmo: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. Aleluia! Há esperança para o povo de Deus. DIAS MELHORES VIRÃO.

Lamentar é preciso. Quem não lamenta por nada é porque não se importa com nada. Mas a “lamentação que não se transforma em esperança produz morte do ser e falecimento dos sonhos. É do terreno das lágrimas que nasce a flor da esperança”. É justamente por trás dessas densas e escuras nuvens da aflição que nasce e brilha com fulgor e glória o sol da esperança. A base da esperança cristã é o próprio Deus. Louvado seja o seu santo nome! Jeremias ativa a sua memória e traz à lembrança verdades preciosas acerca do Senhor, o Pai de muitas misericórdias e Deus de toda consolação. Dias melhores virão porque as suas misericórdias não têm fim. Deus é misericordioso. Deus é fiel. Deus é bondoso. Dias melhores virão!

Esperança e não otimismo. Otimismo é desejo sem garantia. Esperança é a certeza confiado nas promessas da Palavra de Deus. Nossa esperança está em Deus, em quem Ele é e no que Ele nos prometeu. Portanto, “que o Deus da esperança os encha de alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. (Romanos 15.13)

Governo Lula se aproxima de ditador que quer a destruição de Israel

Por Julio Severo

Logo no início de seu governo, Lula iniciou sua primeira viagem ao Oriente Médio, onde ele visitou várias nações, inclusive Israel, a única democracia da região. Ops! Errei ao incluir Israel, pois Lula nunca se interessou em conhecer pessoalmente a nação judaica. Esse foi o primeiro erro de Lula. Outros mais vieram depois.

Era de se esperar que, depois que o presidente do Irã, Mohamud Ahmadinejad, tratou Israel com a mesma bondade que Hitler teria tratado, Lula seria mais compassivo para com o Estado judeu. Hitler, o anti-judeu, merecia repúdio. Ahmadinejad, o anti-judeu, merece o quê?
Merece uma visita ao Brasil! Muito longe de ser piada, o presidente Lula convidou Ahmadinejad para tomar um cafezinho com ele no Palácio do Planalto. Com a ascensão de Obama, Hugo Chávez, Ahmadinejad, Fidel Castro e outros ditadores finalmente aplaudiram a “democracia” americana. Nesse clima de vitória “democrática”, Lula se sentiu muito à vontade para convidar o “democrático” Ahmadinejad. Afinal, proclamam os liberais, o mundo precisa de diversidade e pluralidade. Assim como as nações pró-Israel — seja lá onde estiverem — merecem respeito, assim também as nações contra Israel, pensam eles.

Por isso, o governo brasileiro estranhou as críticas israelenses à aproximação do Brasil com o Irã. O governo Lula tratou oficialmente essas críticas como intromissão de Israel na política externa brasileira. Sendo assim, a Embaixada de Israel em Brasília foi convocada a prestar esclarecimentos.
Contudo, quem deveria de fato ser convocado para prestar esclarecimentos é Lula. O que o presidente Lula ganha para o povo brasileiro convidando um terrorista para uma visita oficial ao Brasil?

Enquanto o povo brasileiro não se move para exigir explicações e mudança de atitude de Lula, vozes solitárias se levantam. No Congresso Nacional, o Dep. Marcelo Itagiba disse em discurso no plenário no dia 5 de novembro de 2008:

Venho à tribuna desta Câmara dos Deputados para manifestar a minha indignação com a visita do Chanceler brasileiro Celso Amorim ao Irã. Pensei que a imagem estampada recentemente na imprensa do encontro do Presidente Lula com o Presidente do Irã, em setembro, durante a Assembléia Geral da ONU, tivesse sido meramente um triste e inevitável encontro protocolar. Afinal, eu jamais poderia imaginar que aquele encontro, na verdade, viesse a se constituir em uma visita oficial do nosso Chanceler a um país cujo presidente, além de pretender negar a ocorrência do Holocausto, que matou mais de seis milhões de seres-humanos judeus, vem também propugnando a extinção do Estado de Israel. Ou seja, não satisfeito em negar o Genocídio de milhões, Mahmoud Ahmadinejad, com suas declarações, deseja realizar um segundo holocausto. Tenho grande respeito pelo Itamaraty, pelos seus membros e por suas propostas de política externa independente, mas não posso admitir que alguns atuem a Chamberlain, primeiro ministro Inglês, que com a sua pouca visão permitiu o fortalecimento do Nazismo e a Segunda Guerra Mundial. Não podemos permitir que a política externa brasileira atue como alguns diplomatas que, durante o Estado Novo, por trás de seus bigodinhos e suas suásticas tatuadas no peito, apoiavam o nazi-facismo e elaboravam resoluções reservadas que impediram a entrada, em nosso país, de refugiados judeus que acabaram massacrados na Europa. Como política externa, prefiro a do Itamaraty que apoiou a criação do Estado de Israel.

Outra voz solitária foi a de Reinaldo Azevedo, que declarou:
Há uma só democracia no Oriente Médio: Israel, onde lula nunca pôs os pés. Em compensação, já promoveu uma cúpula no Brasil de ditaduras árabes e de alguns bandoleiros latino-americanos. O Brasil, sem preconceitos, diversificou o repertório com a visita de Amorim aos “companheiros” persas do Irã. O terrorista Mohamud Ahmadinejad foi oficialmente convidado a visitar Banânia. Que importa que ele tenha na sua pauta a destruição de Israel? Isso é um problema lá deles, né? Judeu atrevido [que criticou a aproximação do Brasil com o Irã]! Quem sabe o tarado de Teerã venha ao país logo depois do assassino Raúl Castro, ditador de Cuba. A pocilga moral fica completa. O Itamaraty, um dia, ainda terá de ser lavado com creolina.

Lula tem a obrigação de dar satisfação ao povo brasileiro por se aproximar de um ditador terrorista que declarou que quer a destruição de Israel. Que o povo de Deus se levante contra essa insanidade.

Ministério da Educação vai distribuir livro sobre diversidade sexual em escolas

Por Julio Severo

O Ministério da Educação, que está envolvido no programa federal Brasil Sem Homofobia, distribuirá livro que apresenta o homossexualismo como mais uma alternativa de vida. A iniciativa começará pelo Estado do Rio de Janeiro, onde cerca de 1.600 escolas estaduais receberão um material “educativo” sobre como valorizar a diversidade sexual dentro do ambiente escolar.

O livro “Diversidade Sexual na Escola”, de Alexandre Bortolini e publicado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), servirá como instrumento para os professores abordarem questões homossexuais em sala de aula. As questões tratadas abrangerão sexualidade, gênero, comportamento, religião, ética e violência.
O objetivo do Ministério da Educação ao distribuir o livro nas escolas é fazer com que educadores e alunos percam quaisquer visões contrárias ao comportamento sexual e se abram para uma nova perspectiva na questão da homossexualidade, travestilidade e transexualidade na escola.

O projeto, incluindo o livro, foi financiado pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC). A distribuição será feita a partir de uma parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, conforme informações do site homossexual “Não Homofobia!”

O site “Não Homofobia!” tem como objetivo coletar apoio e assinaturas para a aprovação do PLC 122, que transforma em crime opiniões contrárias à agenda gay. Se aprovado, o PLC 122 transformará em criminoso qualquer pai ou mãe que se opuser à doutrinação homossexual de seus filhos em sala de aula. O simples fato de um pai ou mãe dizer para o filho que homossexualismo é pecado poderá resultar em conseqüências criminais como multas, prisão e perda da guarda dos filhos.

O controle da área da educação é uma reivindicação antiga do movimento homossexual. Com a doutrinação homossexual patrocinada pelo governo nas escolas, crianças e adolescentes serão sistematicamente treinados, sob a força da lei, a desafiar opiniões que não respeitam a agenda gay. Por sua vez, os pais terão cada vez menos liberdade de abrir a boca, sob o risco de serem denunciados como “homofóbicos” por qualquer mínima contrariedade ao homossexualismo.

Fonte: www.juliosevero.blogspot.com

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Lendo a Bíblia Corretamente


Por J.I. Packer

A verdade é que muitos de nós têm perdido a capacidade de ler a Bíblia. Quando abrimos nossas Bíblias, nós o fazemos com uma atitude mental que levanta uma barreira insuperável à leitura correta da mesma. Isso parece ser um pouco alarmante, mas não é difícil mostrar que é verdade.

Quando você toma qualquer outro livro, trata-o como uma unidade. Você procura o enredo ou a linha principal do argumento e o segue até o fim. Deixa que a mente do autor conduza a sua. Pouco importa se se permitir algumas olhadelas em várias partes antes de se dedicar à real leitura do livro, você sabe que não o terá entendido até que o tenha percorrido do início ao fim, e, se é um livro que você deseja entender, arranjará tempo para lê-lo inteiramente.

Mas, quando se trata das Escrituras Sagradas, nosso comportamento é diferente. Em primeiro lugar não estamos habituados a tratá-las como um livro, uma unidade, de modo algum, mas simplesmente como uma coleção de provérbios e histórias separadas. Nós supomos, antes de olhar para os textos, que o conteúdo deles (ou, pelo menos, dos que nos afetam) é uma advertência moral ou conforto para os que estão em tribulação.
Portanto os lemos (quando lemos) em pequenas doses, só alguns versículos de cada vez. Não atravessamos um livro todo, muito menos os dois Testamentos como um todo... O resultado é que nunca conseguimos ler a Bíblia. Presumimos que estamos manejando as Escrituras Sagradas de maneira verdadeiramente religiosa; mas na verdade nosso uso delas é bastante supersticioso...
Deus não quer que a leitura da Bíblia funcione simplesmente como um analgésico espiritual para mentes conturbadas. A leitura das Escrituras tem o propósito de despertar nossas mentes e não de fazê-las dormir. Deus nos pede que nos aproximemos das Escrituras como a Sua Palavra (uma mensagem endereçada a criaturas racionais, homens com inteligência) uma mensagem que não podemos esperar compreender sem meditar sobre ela...

Também Deus pede que leiamos a Bíblia como um livro, como uma única história com um único tema. Temos de lê-la como um todo e enquanto lemos precisamos perguntar a nós mesmos: Qual o enredo deste livro? Qual seu verdadeiro tema? Do que ele realmente trata? A menos que façamos essas perguntas, nunca alcançaremos o ponto do qual podemos ver o que ela está nos dizendo sobre nossas próprias vidas.
Quando chegarmos a esse ponto, descobriremos que a mensagem de Deus para nós é mais severa e ao mesmo tempo mais animadora do que qualquer coisa que a religiosidade humana poderia conceber.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O CRISTÃO E O SOFRIMENTO

Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinados a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo. 1 Pedro 4.12
No ano 64, o imperador Nero pôs fogo em Roma e culpou os cristãos. Tácito, famoso historiador, nos informa os acontecimentos naquele período. “De início, pois foram presos todos os que se confessavam cristãos. Acrescente-se que, uma vez condenados à morte, eles se tornavam objetos de diversão. Alguns, costurados em pele de animais, expiravam despedaçados por cachorros. Outros morriam crucificados. Outros ainda eram transformados em tochas vivas para iluminar a noite”.

Pedro escreve para encorajar os cristãos a vencer o sofrimento vitoriosamente. Para tanto, algumas verdades deveriam ser trazidas à luz. Pedro expõe o sofrimento na perspectiva cristã.
Os cristãos desde o início do cristianismo foram instruídos a entender que o sofrimento não é incompatível com a vida cristã. O crente não deve estranhar o sofrimento. “Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia” (1 Jo 3.13)O crente até mesmo tem que esperar as provações. Embora não pertençamos ao mundo estamos nele. Vivemos em uma sociedade hostil aos filhos de Deus e estamos inseridos em uma cultura anticristã. “No mundo tereis aflições” (Jô 16.33), disse o Senhor.

As Escrituras nos revelam verdades preciosas que servem como genuína fonte de consolo sempre que passarmos por lutas.

(1) Deus não nos poupa do sofrimento, mas caminha conosco pelo sofrimento. (Is 43.1-3)

(2) Deus trabalha as circunstâncias dolorosas de nossa vida e canaliza para o nosso bem. (Rm 8.28; Gn 50.20)

(3) Mesmo que as circunstâncias não mudem, Deus mesmo é a razão da nossa alegria. (Hc 3.17-18)

Meu irmão, se você se sente perseguido e injustiçado, se está por Deus sendo provado, não estranhe isso, mas se alegre no Senhor. “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele”. Fp 1.29